<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6795854447172034527</id><updated>2008-06-20T19:08:15.449+01:00</updated><title type='text'>Alvaro M. Rocha - Site Oficial</title><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.alvaromrocha.com/pt/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6795854447172034527/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6795854447172034527/posts/default'/><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://www.alvaromrocha.com/pt/atom.xml'/><author><name>AMR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10533810447217393562</uri><email>noreply@blogger.com</email></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>29</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6795854447172034527.post-8563108922613476493</id><published>2008-02-18T13:10:00.013Z</published><updated>2008-02-20T02:26:04.436Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mentor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='weblog'/><title type='text'>Mentor(es) (?)</title><content type='html'>Como alguns sabem, tenho a honra de ter sob orientação ocasionais "pupilos" a quem falta apenas um empurrão para resolver um determinado problema, geralmente do foro motivacional provocado por condicionamentos sociais, éticos e morais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, e contra mim falo, vejo toda a indústria do "desenvolvimento pessoal" cada vez mais como um esquema "piramidal", mais ainda desde o advento da Internet e do cada vez mais evidente isolamente do "indivíduo" na sociedade, o que gera algumas questões pertinentes relacionadas com a auto-estima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Pirâmide&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maior parte dos "coachers" ou "mentors", a indústria do coaching, do mentoring, do desenvolvimento pessoal, do personal growth, os gurus, ou o que se lhes queira chamar (a mim chamam Álvaro), foca-se apenas nos pontos fracos, na tal estima em baixo: falta de dinheiro, gordura, falta de chegar longe no emprego, falta de status... e tudo o que tenha a ver com colocar a pessoa "alvo" ainda mais deprimida. A hipótese de acertar em alguma coisa "em baixo" criando uma falsa empatia, é relativamente alta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, o que estes "génios" ensinam é como ganhar "massa" (guito, carcanhol, dinheiro) para conseguirem (os alunos) tudo o que quiserem (ensinam a quem lhes pagar), ensinando apenas a ensinar a outros exactamente o que estão a aprender (e mal). Ou seja, ganhas dinheiro a dizer a outros como ganham dinheiro, e passa para cá as verdinhas se faz favor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ridículo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um "génio" ensina um "tótó", que passa a "génio", e pode ir ensinar outros "tótós", pois basicamente a única coisa que aprende é "como convencer um tonhó a dar-lhe dinheiro e fazê-lo pensar que fez bem em lho dar".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Absolutamente ridículo, poluidor, destruidor e desvirtua a realidade que é na verdade o "crescimento" espiritual e mental real, porque existe, e sim, reflecte-se também, colateralmente, em benefícios financeiros, mas não são estes a meta, e quem tal lho diz, não é mentor nem coisa parecida nenhuma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Porquê piramidal?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O "guru" na base sabe que recolhe "reputação", pois entre tantos "tristes" algum há-de singrar. E claro, todos estes gurus vivem em grandes mansões de meio milhão de euros para cima (leia-se um quarto chunga, alugado).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alegam que viajam imenso a dar conferências a empresas que não podem revelar por motivos estratégicos (nem massa têm para ir ao café e vão dando conferências pela webcam a um ou outro mais triste e sugestionável).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos têm suites com jacuzzi e sauna (já é uma sorte se isto for um eufemismo para lavatório e bidé) e a vida deles é tão tão boa que não se entende tanto franco esforço para "enganar" mais um, minuto após minuto, sublinhando sempre o quanto ganham (as moedas que encontram na rua e os cêntimos que um ou outro triste lhes possam arremeçar, que estouram logo em tintol).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É tudo treta?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, claro que não.&lt;br /&gt;É óbvio que existem bons gurus. Que dão conferências. Que são genuínos, e cujos métodos resultam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe também uma indústria de "coaching" mais orientada para empresas, e cujos métodos são sem dúvida educativos, e permitem algum crescimento pessoal, mas não deixa de ser uma fórmula para muitos casos, quando cada caso é um caso, e nada há a fazer quanto a isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema é quando alguém quer contratar (ou falar) com outro alguém que lhe possa mesmo ajudar a atingir determinado patamar de desenvolvimento pessoal ou espiritual, e na sua demanda, na sua procura, só encontra vigaristas que às vezes estão convencidos que estão mesmo certos (leram livros a mais de auto-desenvolvimento).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Precisa de um?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na realidade sim e não, pois tendem a aparecer no percurso, sob a forma de amigos, mitos, símbolos, palavras e afins. Um mentor bom aponta-lhe tudo isto antes de embarcar numa demanda inesquecível de crescimento e diversão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como fazer para seleccionar um?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguir a intuição, depois de a dita ditar um "mentor", observar o estilo de vida, não tem necessariamente que ser riquíssimo ou requintadíssimo (mas ajuda), tem que ser "empático" sem ser simpático, sintonizar-se logo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em suma, deve fazê-lo sentir-se bem sem ser artificial, sem dar gás por umas horas e obrigá-lo na mesma a assumir as responsabilidades dando conselhos da treta que podem não ser possíveis seguir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um bom mentor aceita apenas um aluno de cada vez, e segue-o até ter a certeza que conseguiu, ou que não consegue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um bom mentor não faz publicidade, faz com que se passe a palavra, rejeita grande parte dos candidatos na pré-sondagem. Um bom mentor é usualmente excêntrico, individualista, com métodos inexplicáveis, e que imediatamente despoletam reacções, boas, más, mas nunca indiferentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A melhor maneira de se reconhecer um bom mentor, é que este parece educado e ao mesmo tempo sente-se que se o conhece desde há muito tempo - mas sem a componente de um bom charlatão que faz tudo parecer fácil e maravilhoso - um bom mentor sabe que não vai nem ser fácil, nem maravilhoso - mas divertido e agradável é sempre... E um bom mentor é absoluta e totalmente descomplexado, tanto que pode chocar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Que ensina um bom mentor?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada.&lt;br /&gt;Por experiência própria, assumo que dada a qualidade intrínseca de cada "pupilo", o mentor acaba por aprender com eles. Um bom "mentor" limita-se a fazer vir ao de cima o que os "pupilos" sempre tiveram lá dentro a implorar para sair - talentos em potência, força intrínseca, energia e luz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É isso que um mentor concede, em cada contexto específico: liberdade e libertação no expoente máximo, com métodos muito pouco ortodoxos que dependem de cada "pupilo", pois, repito, cada caso é um caso e assim tem que ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resto, o resultado, vem por acréscimo, sendo que, usualmente, é sempre muito mais e bem melhor que o que alguma vez se concebia - e algumas vezes radicalmente diferente, para melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Conclusão&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se algo me tem sempre espantado, é o potencial humano, quando se permite que este se revele sem complexos. Se não houvesse tantos vígaros, tanta gente a tentar sacar massa sem saber depois o que fazer bem com ela, não tinha que andar a escrever estes posts a avisar a malta que não se deve focar no dinheiro, porque assim só o gastam...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;... O resto, fica para os "pupilos", que sim, depois de achar que o cenário a "trabalhar" é coerente e consistente, pagam e muito bem - mas sigo muito mais paixões -remuneradas ou não - pois não é pelo dinheiro... é pelo que as pessoas ainda não sabem que é o que estão dispostas a dá-lo para "possuir" (metáfora complexa).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E termino com um absolutamente verdadeiro "ninguém é perfeito", e mesmo os "mentores" por vezes precisam de uns toques, e se de antigos "pupilos", é uma honra ver-se o aluno tornar-se mestre, e o mestre evoluir graças ao que "ensinou".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;© Alvaro M. Rocha - Todos os direitos reservados&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;(c) Alvaro M. Rocha - Todos os direitos reservados.
[ http://www.alvaromrocha.com ]&lt;/div&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.alvaromrocha.com/pt/2008/02/indstria-do-coaching.html' title='Mentor(es) (?)'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6795854447172034527&amp;postID=8563108922613476493' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.alvaromrocha.com/pt/atom.xml' title='Enviar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6795854447172034527/posts/default/8563108922613476493'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6795854447172034527/posts/default/8563108922613476493'/><author><name>AMR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10533810447217393562</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6795854447172034527.post-8945249558948657353</id><published>2007-12-17T15:59:00.004Z</published><updated>2008-02-20T02:27:42.024Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aequo animo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='weblog'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='musica'/><title type='text'>Aequo Animo Trinitas</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Ignição&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projecto musical de lançamento de Álvaro M. Rocha está quase praticamente em fase de lançamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este "&lt;em&gt;debut&lt;/em&gt;" contempla uma triologia que compreende três fases (avise-nos se o paleio parecer muito complexo, pois basicamente, são três álbuns que totalizam um projecto, lançados em três momentos diferentes, e a prosa pomposa dá-lhe outro ar):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Aequo Animo Trinitas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Álvaro M. Rocha&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Aequo Animo Primordium&lt;/strong&gt; (1-6) [Natal/Ano Novo]&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Aequo Animo Remaneo&lt;/strong&gt; (7-12) [Carnaval]&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Aequo Animo Exitus&lt;/strong&gt; (13-18) [Páscoa]&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria dos temas &lt;a href="http://www.alvaromrocha.com/pt/2007/10/musica-por-alvaro-m-rocha.html"&gt;&lt;strong&gt;está&lt;/strong&gt; disponível &lt;/a&gt;gratuitamente, numa versão "Beta", neste site (menu "&lt;a href="http://www.alvaromrocha.com/pt/2007/10/musica-por-alvaro-m-rocha.html"&gt;&lt;u&gt;Música&lt;/u&gt;&lt;/a&gt;", na esquerda), pois o autor acredita piamente que todos devem poder ouvir e apreciar os temas, mesmo não sendo as versões finais (no caso dos Beta), têm toda a "emoção".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria das diferenças menos subtis são de cariz estético e tecnológico. Avisamos já que este autor tem a mania de fazer muitas versões (está a gravar uns vídeos para promover isto e por isso não deve estar a ler) e que todas são muito boas, e que apenas "vende" as finais porque a malta aqui insiste com ele que as contas existem e têm que se pagar, que queremos aumentos e tal, e no meio de muito riso e alguma cerveja, com o seu habitual palavreado financeiro-filosófico, lá acede em explorar uma vertente comercial no meio de tantas várias multifacetadas, que possui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este projecto, agora comercial - &lt;em&gt;yeah!&lt;/em&gt; -, contém versões "finais" dos temas, editadas, remisturadas e remasterizadas, com áudio e arranjos para fãs (ainda) mais exigentes e o público em geral, que (muito) mais facilmente acede a este projecto devido à índole comercial. Público esse que pode sempre optar pelas versões gratuitas "Beta", aliás, faça como nós, e obtenha ambas - nada melhor para "sentir" o talento deste compositor, a juntar com observar o autor ao vivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Votos de que apreciem (muito e muitas vezes) este trabalho de qualidade musical invulgar, prestes a estourar aqui e pelos iTunes, Amazon, Raphsody e afins deste mundo, subscrevemo-nos com imensa alegria, pois estamos já a escutar a magia destes temas polidos e sensuais na versão final, disponíveis já para os media, bastando para isso, &lt;a href="http://www.alvaromrocha.com/pt/2007/10/contacto.html"&gt;&lt;u&gt;contactar-nos&lt;/u&gt;&lt;/a&gt;, se ainda não os recebeu,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito Boas Festas,&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"The AMR Team"&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;(c) Alvaro M. Rocha - Todos os direitos reservados.
[ http://www.alvaromrocha.com ]&lt;/div&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.alvaromrocha.com/pt/2007/12/aequo-animo-trinitas.html' title='Aequo Animo Trinitas'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6795854447172034527&amp;postID=8945249558948657353' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.alvaromrocha.com/pt/atom.xml' title='Enviar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6795854447172034527/posts/default/8945249558948657353'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6795854447172034527/posts/default/8945249558948657353'/><author><name>AMR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10533810447217393562</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6795854447172034527.post-8325067469729661724</id><published>2007-12-03T21:15:00.002Z</published><updated>2008-02-20T02:27:01.231Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sedução'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='weblog'/><title type='text'>Apaixone-a</title><content type='html'>Fundamentalmente existem apenas três segredos para fazer com que qualquer mulher se apaixone, todos eles incidindo sobre o "eu" da felizarda fêmea:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - Apelar ao seu &lt;em&gt;eu&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;feminino&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;2 - Apelar ao seu &lt;em&gt;eu&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;social&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;3 - Apelar ao seu &lt;em&gt;eu&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;idealizado&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só isto e absolutamente mais nada e qualquer mulher irá apaixonar-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Química? Magia? Destino?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Lamento, mas não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas "míticas" componentes românticas surgem das três acima, que seguidas, tiram o chão debaixo dos pés de qualquer mulher, da mais comum à super-modelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto até pode não parecer grande espingarda (piadas freudianas à parte) - e farto-me de ouvir tal de meus clientes (nesta e noutras áreas), a respeito de muita coisa em conjungação com as minha abordagens minimalisticamente simples - mas é um canhão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quem disse que era complicado?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Garanto - desta feita gratuitamente, o que é raro - que se atinginda cada uma das alíneas acima, o resultado é tão só e apenas este:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Uma (ou mais) mulher(es) profundamente apaixonada(s)&lt;/em&gt;, independepente do que quer que seja que se atire para a equação do "jogo do engate".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obviamente revelarei a seu tempo o "como", dentro do âmbito gratuito e informal deste meu humilde site/blog, uma janela para um mundo mais rico, denso e interessante. Um aviso: a paixão criada é avassaladora, estonteante, muito séria, e leve em consideração que não deve jamais brincar com os sentimentos de ninguém, por motivos que outros posts explicarão, para além do moral e ético, naturalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mitos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esqueça frases como "nenhum homem rico é feio" ou "elas preferem os carecas" ou até "o tamanho conta", o principal orgão sexual da mulher tem cerca de 30 cm de diâmetro: O cérebro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, pasme-se, elas têm-no, e, pasme-se ainda mais, constam nas estatísticas que poderão ser mais inteligentes que nós, os homens, apesar de pensarmos com duas "cabeças" (ou uma, em certas ocasiões), por isso que nos seja devido o devido desconto, passo o pleonasmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Realidade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se alguma mulher estiver a ler isto, decerto no meio de furiosas gargalhadas, eu serei visto como tudo menos um engatatão irresistível. Aí é que está a graça, pois não preciso sê-lo, esses podem pôr-se na fila.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo de possíveis próximos capítulos &lt;em&gt;ad-hoc&lt;/em&gt; aprofundarei cada uma das alíneas, abordando esse tema fascinante que é a mulher, e colocando alguns dos mais bem guardados segredos (dos playboys casanovas) aqui, neste site, generosa e descaradamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Disclaimer&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perdoem-me as mulheres, que tanto aprecio, ou não, mas já é tempo de provar que ficções frustradas (leia-se interessantes) como "o sexo e a cidade", "donas de casa desesperadas" e afins se deleitam (leia-se lucram) no facto de passarem uma imagem muito errada do que querem as mulheres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Geralmente ou não sabem ou nunca dizem, mas tendem todas a responder "que saberão quando virem". Sendo por isso a palavra de ordem vir, perdão, ver, toca então a mostrar o que nem elas sabem o que é que querem que seja mas que... &lt;strong&gt;Eu sei&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Venha a polémica, e agarrem-se bem, disfrutem, a viagem é alucinante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A minha profissão é também dar música (bem, vender, por isso comprem se faz favor), boa, emocional e emocionante, a todos os níveis - sendo a música uma boa metáfora para tudo o resto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;So, let's dance.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;© Alvaro M. Rocha - Todos os direitos reservados&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;(c) Alvaro M. Rocha - Todos os direitos reservados.
[ http://www.alvaromrocha.com ]&lt;/div&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.alvaromrocha.com/pt/2007/12/apaixone.html' title='Apaixone-a'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6795854447172034527&amp;postID=8325067469729661724' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.alvaromrocha.com/pt/atom.xml' title='Enviar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6795854447172034527/posts/default/8325067469729661724'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6795854447172034527/posts/default/8325067469729661724'/><author><name>AMR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10533810447217393562</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6795854447172034527.post-4000709465903145019</id><published>2007-11-17T21:04:00.001Z</published><updated>2008-02-18T13:53:51.805Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='weblog sedução'/><title type='text'>Seduzir uma mulher</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Introdução&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo de alguns próximos posts vou colocar descaradamente toda a minha ousadia (ou quase toda) e aparente falta de modéstia para abordar um assunto de interesse urgente, dada a corja de machos inseguros que toda esta "treta" da cultura "metrossexual" veio trazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito simplesmente, aqui do tipo que tem mais que fazer, tudo o que este vosso amigo acha necessário para seduzir, engatar, encantar, deleitar uma fêmea, gaja, "gaija", miúda, boneca, mulheraça, lady, donzela, boa como o milho, boazuda, tia, ricaça, jet set, linda, divinal, "a tal", o que se lhe quiser e dever chamar e que se preze, ou não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ver vamos se isto não fica pela cantiga do bandido ou do engate, e se mais James Bond's se formam nesta sociedade cada vez mais formatada e condicionada para o consumo, preconceito e falta de identidade - o que me leva a tentar fazer, também neste tema, a diferença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fica este "teaser", este fim-de-semana não há cá charmes para ninguém, mas sim o seguinte &lt;em&gt;quasi-&lt;/em&gt;"koan" para meditar: o título deste post &lt;strong&gt;&lt;em&gt;é&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; propositado, e para que não fique uma sensação de dissabor por ler isto sem aprender nada, aqui fica uma regra:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Auto-confiança, de cimento armado, tão real como um leão nómada, tão forte quanto um gorila alfa, tão serena quanto a de um urso polar - não custa ir praticando, enquanto não publico o próximo artigo neste contexto, esse sim, já bem &lt;em&gt;incandescente&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;© Alvaro M. Rocha - Todos os direitos reservados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Keywords: weblog seducao sedução&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;(c) Alvaro M. Rocha - Todos os direitos reservados.
[ http://www.alvaromrocha.com ]&lt;/div&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.alvaromrocha.com/pt/2007/11/como-seduzir-uma-mulher.html' title='Seduzir uma mulher'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6795854447172034527&amp;postID=4000709465903145019' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.alvaromrocha.com/pt/atom.xml' title='Enviar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6795854447172034527/posts/default/4000709465903145019'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6795854447172034527/posts/default/4000709465903145019'/><author><name>AMR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10533810447217393562</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6795854447172034527.post-1154575177444045867</id><published>2007-11-06T09:35:00.002Z</published><updated>2008-02-20T02:27:26.221Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='weblog'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='condução'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='opinião'/><title type='text'>Street Racers?</title><content type='html'>Este post advém da observação da reportagem da Sic do dia 27 Ago 2006 de uma reportagem sobre os "alegados" ou melhor "auto-proclamados" street racers em Portugal, que nem sabem o que é correr... Valha-nos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que vergonha... Mais ainda! Que embaraço que nem sei onde me meter - que me considero um razoável "piloto".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após honrosos cursos em Itália da Maserati e da Lamborghini, esforços hercúleos em Marrocos com 4x4 citadinos, muitos anos de Física (leia-se faculdade) e paixão genuína por fenómenos cinéticos, sinto-me indescritivelmente triste por ver esta geração de pseudo-racers - que nem português &lt;em&gt;quasi&lt;/em&gt; correcto sabem falar (quanto mais discutir mecânica e muito menos correr ) - a se posarem como um culto (da treta) de "street racing" e a serem levados a sério por jornalistas cujo brio deveria passar por consultar pilotos também - isto antes que a malta se aterrorize com mais uma notícia sensacionalista, pois qualquer medricas com um Veyron lhes dá ratada, ou uma habilidoso com um M3 (BMW).&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Meus caros, nenhum "racer" à séria o será alguma vez considerado pela velocidade de topo, isto do "drag racing" à séria tem um limite chamado "400 metros", não os 18 km da Vasco da Gama, pública, onde se pode perfeitamente, sem andar a "competir", chegar aos 300, ultrapassando a malta em viajem, viajando. É uma boa estrada, mas não deixa de ser para uso público, responsável e seguro - não é para corridas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que está em causa, caso se queiram intitular de "pilotos", é habilidade, rapidez, e preocupações com segurança, não é a velocidade de topo - esta última compra-se, não se "dá", e depende do tamanho da carteira, não dos tomates nem da perícia - corram na Arrábida e verão o que quero dizer (aliás, não corram, aquilo já tem problemas que chegue).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desiquilibrar os carros é a maior imbecilidade a seguir a achar que por estas estarem "preparadas" e darem mais de 200 km/h, valem um chavo... valem uma bosta!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo... Pontes "Vasco da Gama", A1's com 3 faixas ou A2's cheias de rectas com a gravidade favorável não existem em pistas à séria (excepto algo tipo Indianápolis onde levariam uma coça brutal)... até uma velhinha anda por lá com um M6 preparado a 315 à hora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E terceiro, não ganhem juízo, ganhem conhecimentos que este vem por acréscimo. Note-se o tom indignado, não só por se acharem mesmo "talentosos", como mancharem o nome dos realmente talentosos, que não fazem disparates destes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reparem que isto vem de um tipo que acha que domina Murciélagos ao pequeno almoço (o Diablo era mais difícil, o Morcego com a estabilidade off é um "touro"), cujos bíceps vêm do tempo em que se engrenavam velocidades à séria em Countachs e F40's (este último que só conduzi uma vez... até aos 340 no speed-o-meter, em pista) e quase ainda nem carta tinha e já era forçado por gosto a engolir conceitos físicos de condução/movimento que o Shumacker deve agora saber de trás para a frente. Sou amante de carros e velocidade, dos verdadeiros e felizmente, ainda há alguns, peçam-lhes que sejam mentores, aprendam algo, EVOLUAM!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para "serem" superiores, à luz da vossa triste hierarquia, só precisam de uma coisa: GUITO, e para se sentirem realmente superiores, mais uma vez no triste contexto, tenho uma novidade: não precisam matar-se! Nem estourar o guito todo em autocolantes a dizer tuning, turbo, ou o que for, numa tentativa psicológica de fazer o carro mais que o que é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arranjem um bom emprego, um melhor, um mais que melhor e tentem a abordagem Ferrari - Porsche - Lamborghini - Pagani - MacLaren - Koenigsegg - Bugatti - e afins, verão que ninguém aceitará o "desafio", ou se for alguém a esse nível, decerto estará muito consciente dos riscos de tal fazer em áreas públicas e proporá antes um braço-de-ferro ou uma partida de poker, se o autódromo não der para alugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas se falta tamanho no pénis, não são turbos nem corridas a 260 km/h em latas de conserva que o vai compensar. O charme é parte do culto, e saber falar português (melhor, saber falar per se) correcto é parte do magnetismo, assim como o é recusar correr com latas e em trajectos onde o imponderável se sobrepõe por motivos óbvios aos dotes de pilotagem - e melhor, fica-se com a "gaja" na mesma, qual James Bond, embora ainda sem o Aston Martin.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Tão génios" na arte de conduzir acham-se estes gorilas sem o cabedal, que gostaria eu de saber se algum dos "entrevistados" sabe o que é o coeficiente de atrito, deriva dos pneus (e como se calcula), transferência de peso (não "massa" como erroneamente chamam)... ângulos cónicos, inércia, densidade de ar (e como a usar), efeito de solo, Cx, força centrífuga (que não existe como é conceptualizada, é uma mistura de momento de força e inércia - força centrípeta), cone de ar (chupa?!) e afins...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para já, e tão tótós - e que prazer em chamar-lhes isto, perdoem-me este doce pecado - a maioria deixa de merecer tal nome assim que provar educação, talento, respeito e responsabilidade - estas criaturas gastam massa a mais por cavalos a menos (ou, melhor dizendo, a mais para o chassis, e a menos para mim, tendo em conta a relação preço/resultado).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deveriam perceber que a noite é a pior altura para "correr" - a palavra certa é "carregar no acelerador e ter fé em alguma entidade superior - (não mencionando os locais de corrida que bradam aos céus pela falta de inteligência -*duh*) e qualquer condutor A SÉRIO (piloto) o sabe, porquê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Decerto quem o pergunta não deve candidatar-se a "street racer" para já, mas respondo com simples constatações físicas e experiência... vamos imaginar os "tótós" a correrem à noite, que deveriam estar a estudar - ou a dormir - em vez de a arriscar a treta da mecânica cara a esteróides e a preciosa vida (e a de outros):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A 100 km/h a distância percorrida são 33 metros por segundo, aproximadamente, e com cálculos de cabeça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A visibilidade permitida pelos melhores faróis são cerca de 100 metros, e os "candeeiros" nas autoestradas não são suficientes para mais que cerca de 300 - a mais de 250 a visão "afunilada" impõe tal limite - é essencial conhecer o trajecto de olhos fechados e, mais importante, que este esteja livre de imponderáveis obstáculos (e de nevoeiro).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A 100 km/h um carro artilhado precisa de cerca de 35-40m metros para se imobilizar, um normal, cerca de 50, a contar com excelentes reflexos, claro está.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Se a velocidade duplica a distância de travagem quadriplica (a chamada curva logarítmica, progressão geométrica, etc., palavras caras para quem acha que sabe o que é um cavalo - já agora, sabem o que é? ).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E admitindo que a lata não se despita devido a desiquilíbrios de peso e desacelaração descontrolada (sub/sobre viragem) ou má distribuição de peso (2 passageiros de pesos muito diferentes, por exemplo, uma tipa dizia "ir ao lado do namorado" nas corridas... ora que inteligência rara aumenta 50 kg à viagem numa corrida?)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- De noite, a 260 km/h - e como muitos tótós o fazem - são percorridos cerca de 80-90 metros por segundo, isto por alto, tendo em conta o erro do velocímetro, e tendo em conta que se atravessarem ar menos denso (quente) o carro vai acelerar mais (ou levantar voo, efeito da depressão/vácuo criado pela passagem de ar e que "suga" o carro), e são necessários cerca de, também por alto, mais de 300 metros para parar, na melhor das hipóteses comuns.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E fazendo a aritmética com dados biológicos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tempo de reacção: demora ao cérebro cerca de 0,25 segundos a constatar uma emergência, 0,5 segundos a reagir sem hesitar, e mais 0,25 para chegar a ordem ao pé para travar, ora isto é igual a, e acerto por conveniência, cerca de 1 segundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A adrenalina em tótós (jargão para cobardolas com mais garganta que mãozinhas) incentiva a "congelar" mais que "agir", o que piora as coisas... ou seja, o tempo de reacção passa a "tender para infinito", e isto é também uma expressão da matemática (ajuda muito estudar).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ok, noite, 250 km/h - e temos cerca de 100 metros de visibilidade plena - com um segundo para reagir...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Significa se algo acontecer a 300 metros de distância, passam 2 segundos até se o perceber - 2 segundos para percorrer o suficiente para ver o "algo", a 100 metros. Temos 1 segundo para para decidir (limite cerebral), e lá se vão 80 metros.. A decidir bem, sobram apenas 20 metros para a reacção!... Acrescento que são necessários mais de 300 metros para travar a 260 km/h (teoricamente, quase 1 km)... Resultado? Mau resultado...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faltariam no mínimo, assumindo travões cerâmicos e pneus ZR, cerca de 280 metros na altura do incidente, a ser necessário travar até zero - isto é, um "bang" a mais de 200 km/h, uma desaceleração superior à que o mais sofisticado dos chassis actuais não consegue resistir, uma desaceleração como bater no chão depois de cair de mais de 1 km de altura...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já agora, a propósito, e a título de curiosidade: se uma mãe segurar o filho num carro (esquecendo a cadeira de retenção, o que é pouco sábio), um choque a menos que esta velocidade acima significaria que a mãe, a ser retida pelo cinto, tenderia a segurar o bébé... agora pergunto... conseguiria?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um verdadeiro "piloto" sabe a resposta...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A velocidades legais, e a haver choque, nesse momento, o bébé pesaria para a mãe, no sentido de movimento do choque, umas boas centenas de quilos... ora quem segura tal peso? E siga para o pára-brisas, perdoem o morbid-mode... Pode acontecer o mesmo com o mega-amplificador para surdos montado na mala (a acrescentar peso ao carro), que num choque pode sair disparado, atravessar o carro todo (e recheio) e ir para algumas dezenas de metros à frente...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Física: o amplificador é massa muito densa, logo no momento de inércia em que fosse projectado exerceria muito mais pressão por cm quadrado, furando melhor que a melhor das brocas (ou melhor, esmagando). Já agora alguém me explica a compatibilidade da paixão pela performance impecável e o aumento desmesurado de peso e distracção com mega-amplificadores, colunas e LCDs por todo o lado? Contratórios em tudo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas adiante...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com luzes, tipo Vasco da Gama, eu aumentaria seguramente o limite de visibilidade para permitir os ditos 260 km/h ou mais, mas apenas para quem conhecer o trajecto de olhos fechados (devido ao efeito de túnel na visão a essa velocidade), e com a estrada (ponte) fechada. Mas isso não é "correr", nem mostra a habilidade do piloto, mas sim a carteira... e dependendo das condições, o cérebro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada tenho contra alguém num Aston Martin a 250 que me ultrapasse na "Vasco" pela faixa certa, e em segurança... qualquer velinha num Bugatti Veyron, sem suar uma gota, "embalaria" em instantes estes supostos "viris" imbecis nos seus Seat's ou Honda's, ou que marca for (gama barata) artilhados - leia-se que gramo os motores da Honda, no entanto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Enchufar" turbos e intercoolers numa lata significa apenas uma coisa: a lata voa, bem ou mal, e os "chulos" - vulgo "pseudo-preparadores" - lucram à custa da ignorância e do complexo de inferioridade por vezes tão ridículo que mete dó (alguém o chamou do "Xunga-ing = pseudo-Tuning"): se a lata anda como anda, a de série, é porque os engenheiros (à séria) assim o acharam! Andar também é parar e curvar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdadeira questão é outra: quando uma "não lata xungada" voar ao lado duma "lata séria" à mesma velocidade, a "não lata, a séria" aterra quando necessário, a outra, já lata xunga de si, cinge-se a uma questão de fé e sorte, e não de habilidade, e com as probabilidades a apontarem no sentido de "continuará a voar" - i.e., no mau sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão?&lt;br /&gt;Andar depressa e bem, sim... nada contra e tudo a favor, sem limites (excepto os da natureza), sem competir com riscos, saber parar quando se percebe estar a puxar os limites, e por vezes os do carro são inferiores aos do piloto e há que o reconhecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De preferência, boas viagens rápidas mas com licenças de condução desportiva e excelentes carros, muita preparação que as escolas de condução não dão (marcha-à-ré e estacionar ou meter mudanças para afogar o motor não são a minha ideia de "licença para conduzir bem").&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O S2000 (Honda) ou o Evo VIII (Mitsubishi) ou ainda o Impreza (Subaru) são boas bagatelas, de série, para quem divertir-se. Seats, Citroens, Peugeots e afins tunados não puxam aqui pelo "je"...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um CL600 AMG, um F430, um Gallardo ou um M6 eclipsa qualquer sonho de "paguei pouco e queimo tudo na estrada", e, melhor ainda, são muito mais bonitos e exclusivos (e legais), e mesmo parados, levam sempre a "gaja" pa casa... e vocês ficam a comer turbos e intercoolers... e com muito azar, chapa na estrada... Embora tenha já visto picanços absurdos entre um M6 e um Maranello, nem um nem outro são "desportivos", são GT's malta! GT's! Andam muito depressa, chegam muito depressa ao "andam muito depressa", mas não têm a agilidade de um Mini Cooper S, um Lotus Elise ou, ao mesmo nível, de um Ferrari Scuderia ou Gallardo Superleggera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas picardias absurdas de todos os dias também é que não... Não há pachorra! Embora entenda a malta que perde a paciência na Auto-Estrada quando a menos de 120 algum moralista num Mercedes não deixa passar e vai mudando de fachas e travando para provocar - quem é o nabo? O doido ou o doido que não o deixa passar? Ou quando um C3 vai a borrar-se todo a 170 depois de ganhar lanço numa descida e o tipo não sai da frente nem por nada e anda para a esquerda, centro, esquerda (no centro ganha lanço com o "cone de ar" do da frente), centro, e o tipo atrás que se amanhe... que a ser eu, estou na maior, espero e não desespero, se a velocidade for igual ou superior a 120.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto nada de pisar ovos, ou levar carros muito além do limite, e evitar as corridas insanes, os picanços irresponsáveis, as porradas, porque um há-de cometer um erro e o mais sábio, a sê-lo, percebe-o logo, de antemão, e evita, mesmo sendo por vezes difícil, e já com a adrenalina a correr - há muitos imbecis, e leia-se que também há muitos mega-imbecis que nunca passaram dos 110 a fazerem mega-imbecilidades que fazem estas "street-racings" parecerem seguras.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O carro não é uma armadura nem uma arma. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É um símbolo de status e um meio de transporte, como símbolo que é, todos querem que "o seu" seja bem visto, mas não comparem Rolex's com cópias "made in China", nem o queiram fazer na estrada, pior ainda, não comparem cópias com cópias.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;As emoções geram erros, os erros geram erros crassos, os erros crassos geram erros irreparáveis. A acontecer, proponho que meçam o tamanho do pénis e deixem os veículos para quem sabe andar desembaraçado - sem pisar ovos nem egos - ao invés de os enfeitarem com tudo e mais alguma coisa que claramente diz "o meu coiso é pequeno".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O carro é uma fortaleza falsa, e o outro carro não é inimigo, é outra fortaleza falsa, o imbecil que se mete com um imbecil tem que estar preparado para pagar o preço da imbecilidade, o excesso de velocidade só é excesso quando é excessivo, não o é por se ir a 130 numa estrada vazia... em duas palavras: BOM SENSO. Toda uma vida (ou mais) pode mudar em menos de um instante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se querem andar depressa, e terei muito gosto em defender quem o faça BEM, façam-no em "não latas" e provem que sabem conduzir, isto é, que entendem os limites físicos, os sociais e acima de tudo, que os sabem comunicar (falar português correcto, neste caso concreto). Se querem andar devagar, deixem espaço quando possível para quem vai mais depressa, a "esquerda" não é para passear.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outras palavras, não é "o quanto depressa andas" que define o bom piloto mas o "como o fazes e em que lata o fazes". Pois 100 km/h numa bicicleta numa descida é tão heróico como 260 km/h num Panda na "Vasco"... e com o mesmo provável desfeixo: ninguém respeita um louco, ninguém admira um complexado, fogem ou aturam hipocritamente. Melhor faz o tipo que sobe a ravina de bicla a 40 km/h, ou insulta a Fiat por o Panda por não ter chassis para 260 Km/h... e muda para um S2000 ou, por via das dúvidas, e por mais estilo, segurança e potência, um magnífico e prático Gallardo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho dito. Boas viagens, "rápidas" q.b., e sempre sãs - e rápido é "relativó-sábio": 70 Km/h nas curvas dos Alpes, ou 350 nas auto-estradas alemãs... e zero nas passadeiras de escolas em hora de ponta..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, ainda tenho mais para dizer: o problema aqui nem é a velocidade &lt;em&gt;per se&lt;/em&gt; (ou não só), mas a competição irracional... o "picanço". Competir com justiça para avaliar o piloto seria dois carros iguais, ou se para avaliar dois carros, com o mesmo piloto!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma coisa é um tipo descontraído num 911 a 200 km/h na A1, outra são três, um Corsa, um Punto e um Clio com uns 1000 cc a competir a mais de 120 desesperadamente tentando chegar aos 160 nas 3 faixas a descer da A5... ou um velhote num Mercedes a 90 aos zigue-zagues a travar na AE para o coitado que vinha atrás não passar e ter "calma"... pois pois... deves acalmar deves!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;© Alvaro M. Rocha - Todos os direitos reservados. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Artigo reproduzido com autorização de Alvaro M. Rocha em: &lt;a href="http://www.thinkfn.com/content/view/274/"&gt;http://www.thinkfn.com/content/view/274/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;(c) Alvaro M. Rocha - Todos os direitos reservados.
[ http://www.alvaromrocha.com ]&lt;/div&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.alvaromrocha.com/pt/2007/11/street-racers-ah-ah-ah.html' title='Street Racers?'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6795854447172034527&amp;postID=1154575177444045867' title='1 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.alvaromrocha.com/pt/atom.xml' title='Enviar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6795854447172034527/posts/default/1154575177444045867'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6795854447172034527/posts/default/1154575177444045867'/><author><name>AMR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10533810447217393562</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6795854447172034527.post-3690739038825144240</id><published>2007-11-01T13:42:00.004Z</published><updated>2008-02-20T02:28:03.266Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='weblog'/><title type='text'>Dia de S. Nunca</title><content type='html'>Dia 1 de Novembro, dia de Todos os Santos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, a todos vós cujas promessas (de seja o que for) tenham sido limitadas pela infame data do dia de &lt;em&gt;S. Nunca (e &lt;/em&gt;mesmo que seja da parte da tarde), a data do dito, presume-se, é precisamente a que se refere no parágrafo anterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Trick or treat?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;© Alvaro M. Rocha - Todos os direitos reservados&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;(c) Alvaro M. Rocha - Todos os direitos reservados.
[ http://www.alvaromrocha.com ]&lt;/div&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.alvaromrocha.com/pt/2007/11/dia-de-s-nunca.html' title='Dia de S. Nunca'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6795854447172034527&amp;postID=3690739038825144240' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.alvaromrocha.com/pt/atom.xml' title='Enviar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6795854447172034527/posts/default/3690739038825144240'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6795854447172034527/posts/default/3690739038825144240'/><author><name>AMR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10533810447217393562</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6795854447172034527.post-2459246400500725846</id><published>2007-10-31T12:44:00.003Z</published><updated>2008-02-20T02:28:23.901Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='weblog'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='opinião'/><title type='text'>"Demita" o chefe</title><content type='html'>Este post tem por base um excelente artigo da Executive Digest Portugal de Agosto de 2007. Inspirei-me apenas nos sete ítems (nos títulos somente, e dei largas à veia artística), sete alíneas que a dita descreve muito mais diplomaticamente, sendo portanto tudo o resto (para além de apenas os títulos) livremente dissertado por este vosso amigo (com base na extrema tecnicidade do excelente texto &lt;em&gt;and very much way way beyond&lt;/em&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O título é enganador, pois não pode demitir o chefe, mas pode dar corda aos cal cantes, demitir-se pragmaticamente, e deixar a administração a considerar seriamente o (não) talento do dito e, quem sabe, pode ser que o convidem a regressar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não tenha dúvidas (ou sofra muito):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o seu chefe tiver alguma das seguintes "qualidades", demita-se ou este vai fazê-lo por si (leia-se que tudo fará para o/a mandar às couves).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você for competente e alguém acima de si encaixar no abaixo descrito, mais cedo ou mais tarde terá que (re)pensar em fazer carreira a dar milho aos patos da Gulbenkian, do Campo Grande, ou de onde for...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se puder, faça-o apenas depois de ter uma boa estratégia de backup e enquanto os seus investimentos (tem? Senão mais vale ir sofrendo a tirania) rendem a dois dígitos de percentagem... ou está mesmo feito/a ao bife.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Curto (?) e grosso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Basta notar um destes defeitos descritos abaixo em alguém "acima" de si para seriamente considerar repensar a carreira se quiser ir para além das estrelas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto se (até você) ou o seu/sua chefe ou alguém acima possui disto abaixo, esqueça a carreira, e prepare-se ou para refeições de lagosta nas Seychelles se conseguir uma boa indemnização (pois alguém cometerá a estupidez de o querer mandar sair, sem razão), ou uma pousada 100 (abrigo), pois pois então... cá vai disto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1 - Vaidade&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O bom leader não é peneirento, tem bom gosto, não é vaidoso, é sensível ao impacto da imagem e suficientemente confiante para impor a sua vontade, se apropriado. É muito agradável, sereno, tranquilo. Ira-se quando necessário, justificando racional e pragmaticamente os motivos da mesma. Não castiga, recompensa. Inspira seguidores, não os aterroriza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O inseguro é vaidoso: pecado muito mortal. Jamais ditará uma moda, mas seguirá todas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando falo em moda, não falo só em vestuário, mas também em projectos, tecnologias, metodologias e tudo o que encaixe num processo de comunicação e empreendimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem olha para o umbigo, não só nunca se desvia dos golpes a que se expõe, quando falha em "seguir bem a moda", com a desculpa de "falhas de protocolo/comunicação" (e que alguém não o avisou), como não vê nem nunca verá o suficiente para agradecer quem dos ditos ataques o defende com uma desculpa diplomática (adivinhe quem?), quando algo corre mal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esqueça amparar golpes para proteger peneirentos, você é perfeitamente dispensável para estes peneirentos que acham que é para isto que nasceu: para eles pisarem e limpar os sapatos - acorde pois, para ele/ela, você é um tapete, e não uns ténis desportivos para o/a ajudarem a correr mais depressa e melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois, como em tudo, se a sua chefia sofre de egocentrismo agravado, sofre também deste destino: &lt;em&gt;Quem nasceu para lagartixa nunca chega a jacaré.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2 - Provincianismo&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Um génio é simples e adora a simplicidade, é humilde e sábio, quase inocente quão uma criança na sua "googleolesca" (gigantesca e fundamentada) experiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um provinciano é simplista, vazio, oco, estúpido mesmo, tanto que nem percebe o quão imbecil acham todos que é! Mas iludido/a, tenta iludir com termos confusos, de quem lê sem ler (tipo compra um livro e lê as primeiras frases e os títulos dos capítulos) e segue mexericos ilusórios, na voga, de forma a alimentar a vaidade e ganhar tempo, para o poder ir perdendo noutras actividades mais lúdicas (leia-se: do exclusivo interesse pessoal).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas findo o dito tempo (desperdiçado em inúteis actividades "lúdicas" pessoais), finda tudo.&lt;br /&gt;Quem lidera forma grupos, quem é liderado faz parte deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O seu chefe, se provinciano, nem sabe o que são grupos, nem liderar, nem ser liderado, apenas sabe sobreviver colocando outros na frente para levar o balázio e outros por trás a arranjar boas desculpas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rodea-se de provincianos nas esferas de influência (se também ela, provinciana, condenada, mas o bom, pois sendo igual à sua chefia, é provável que a mandem (o seu incómodo) às couves também por motivos irracionais (os que a dita invocará) - convenhamos que a Administração tem que ser provinciana, ou fingir-se tal por algum motivo lucrativo, senão esta triste e lamentável chefia que o chateia (e infecta a empresa) nem lá estava, nem nunca jamais e em tempo algum teria sequer existido promoção, se é que não foi à má fila, ao nível da incompetência inegável, nível esse, decerto há muito muito tempo atrás mais que ultrapassado).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredite, se o seu chefe é provinciano, é um parasita, por isso não sobrevive sem hospedeiros, matando-os, uns (mais fracos que outros) mais depressa, outros muito mais devagar. Quanto mais forte o hospedeiro, mas tempo de sobrevivência concede ao parasita, mas há os espertos que sabem a solução:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A solução é desinfectar (dali para fora), inoculando-se contra os malefícios dos ditos à custa de aguentar pequenas mordidas com a recompensa de a elas ficar eternamente imune.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3 - Narcisismo&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O bom empreendedor sabe que empreende quando alinha o Universo e o convence que tem razão, não se admira a si próprio, admira sim a mecânica (quântica?) que permite que todos sejam admirados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em contrapartida, os inseguros peneirentos provincianos precisam de um ego alimentado e tudo farão para eliminar, a todo e qualquer custo (mesmo da existência da empresa) qualquer coisa que prove algo que lhes prejudique a imagem de "bons empreendedores".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se iluda, fá-lo-ão, mesmo que isso implique desfalcar boas equipas de um ou mais membros supra-normais em excelência que não considerem estas tácticas "narcisistas" (de disfarce de estupidez saloia) as melhores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resultado é sempre o mesmo: o bom é desenhado como de-estabilizador e muito mau.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Felizmente, a longo prazo, o parasita do chefe paga depois um preço demasiado elevado por se livrar precisamente do catalisador das condições que propiciam o seu condenável Narcisismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Narcisista apaixona-se pelo reflexo que acha que tem de si próprio que, como acima se vê e, para complicar ainda mais, quando o reflexo é ameaçado, é absolutamente falso, irracional e roça já o &lt;em&gt;quasi&lt;/em&gt;-psicótico - não se espante com reacções completamente infantis e histéricas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4 - Preguiça &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda a gente confunde actividade com produtividade - mexer não é fazer. Mexer muito não é fazer muito. Deveriam meditar nestas premissas todos os grandes COO's e CEO's.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preguiça não é não fazer nada, às vezes não fazer nada é sabedoria.&lt;br /&gt;Preguiça é não fazer o que é preciso, quando é preciso, da melhor maneira possível, e isto sim, é laxismo, desleixo, irresponsabilidade absoluta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas atenção, é diferente algo que "é preciso" mesmo, e algo que se "acha" que é preciso para satisfazer o referido ego narcisista e manutenção das aparências!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguém preguiçoso não diz que não fez por isto ou por aquilo, como diria alguém diligente com dificuldades na tarefa. Ao invés, diz que não fez por causa deste ou daquele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São sempre os outros, e não as circunstâncias, que estas criaturas culpam, sendo que assim se pode sempre "não" explicar as razões, porque a culpa é "de outro", e passa a esse outro o ónus da "justificação", que pode ser adulterada... ai ai se pode.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ditos competentes que apontem dificuldades técnicas, que se justifiquem academicamente, e que respondam a esta espécie horrenda com honestidade, cujo ego do "cego por poder" não quer nem ver nem admitir nem jamais permitir que não se atinjam resultados por motivos (que você lhe demonstra perfeitamente explicáveis), arriscam a extinção se não mudarem de habitat.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste contexto, o que o/a inclui a si, não se pode (ainda) passar de presa a predador. Ainda.&lt;br /&gt;Mas pode mudar-se de contexto, já.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5 - Mesquinhice &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os detalhes são importantes, mas os mesquinhos não ligam aos detalhes, não ligam aos pormenores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Implicam e sonham com estes se for importante para a imagem, ou se prejudicarem algo megalómano e estúpido, precisamente por se ter falhado planear os detalhes (que alguém como você deve ter avisado).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As lascas que se devem remover aos detalhes são lixo, mas eles acham que não, ou que talvez sim, ou que se fosse doutra forma era melhor... Se não podes vencê-los, confunde-os.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É nisso que são bons, lançam névoas de dúvidas até aparecer alguém para culpar - adivinhe lá quem? O/A funcionário responsável que sempre avisou... Você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vá na conversa ou mude de conversa, senão mudam-na por si, e quando você poder, frequente outro "café", pois o tempo do refeitório do infantário já lá vai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes imbecis de chefes focam-se na limalha, na serradura, nos dejectos... não no efeito dos nutrientes ou no talento da escultura que resultou em tais resíduos, e como tal, não conseguem ver a beleza da obra terminada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas vêem o que esta não aproveitou de matéria prima... O que sobrou. Mais para se queixarem e enaltecerem o ego a denegrir os profissionais de qualquer maneira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora, ironicamente, sempre a comprem (muito) a mais (a dita matéria prima), quanto mais não seja, para dar nas vistas, pois ao que parece, também se confunde "rotatividade" com produtividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6 - Inanidade&lt;/strong&gt; &lt;span style="font-size:78%;"&gt;(diria mais "Insanidade")&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Basicamente corresponde a dizer que a Estátua da Liberdade é má porque com menos cimento se faria algo semelhante com apenas 10 cm e seria suficiente... Ou seja, ignoram pura e simplesmente o talento e a obra porque esta os ofusca, e nada melhor que o desprezo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faça o mesmo com este espécime, infelizmente não tão raro, quando a oportunidade surgir, e estiver noutras altitudes (muito mais altas, obviamente), despreze tal criatura serenamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Medir o desempenho de um músico com base nas horas em que compõe por dia ao invés de o fazer com base nos resultados que obtém independentemente dos ditos é tão sábio quanto achar que um Ferrari F430 é a melhor opção para Todo Terreno em Marrocos, por piso acidentado, pedra batida e povoado de areia, apenas por causa da rapidez do dito veículo caríssimo e inapropriado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas como a administração pediu velocidade, o estúpido do chefe vai obrigar toda a equipa a sofrer e alisar Marrocos, para ele/ela não ficar mal e usar mesmo o Ferrari que ele/ela sugeriu à Administração como prova da sua imensa "sabedorida" (saloia), e em vez de investir num Cayenne Turbo S, como decerto alguém como você ousaria colocar à consideração - com o seu emprego em simultâneo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Administração confia no saloio do chefe que tudo fará para que seja o seu plano o implementado, por muito mau que seja (e normalmente é mesmo muito muito mau).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E mais, se alguém demorou cinco segundos a fazer algo que o chefe disse que demoraria, digamos, cinco anos - embora perfeito, não serve, porque para ser perfeito não pode nunca ter levado cinco segundos, o projecto bom é o de cinco anos! E não se fala mais nisso, nem no tipo/tipa que levou cinco segundos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você tem a sorte de conseguir que o seu talento seja reconhecido pela chefia da sua chefia, então terá conseguido que a chefia admita o seu talento engolindo um enorme sapo, mas prepare-se pois ao mínimo deslize, mesmo que nem isso seja, você passa de bestial a besta... a partir desse momento, a sua estratégia deve assumir logo que você vai sair, e não se iluda, porque vai!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deline uma estratégia à prova de bala, siga-a pacientemente, de forma a sair pela porta grande, levando a empresa admitir que cometeu um erro, sem a encostar à parede, sempre do lado da mesma, e no final forçando-a insistentemente a manter tal conclusão confidencial, pois é a empresa que lhe interessa, sair a bem e recheado, a sua chefia fica para trás, e para trás deve ficar. A estabilidade é essencial na empresa e você provou o que tinha a provar e continuar a querer o bem da dita, a seu tempo a empresa lidará (ou não) com o mentecapto/a que cometeu o erro crasso de achar que você cometeu algum erro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, se não quiser sair e curtir os ganhos de uma paciente estratégia bem delineada à custa da imbecilidade da sua chefia (pois você pode acabar com uma "promoção" muito superior à dele/a, é promovido a rico, é reconhecido e sem ter que trabalhar, conseguiu num instanto o que a sua chefia jamais conseguirá - realização - e apenas se limitou a fazer o que a empresa sabe que você faz bem e melhor - "pensar"), aguente penosamente!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se não quiser arriscar tentar uma saída "airosa", então tome cuidados redobrados a partir do momento em que assume algum protagonismo e dê tanta graxa que enjoe e mais ainda, esta espécie de tótós acredita piamente na bajulação, senão, a sua chefia defenderá o território que tão tristemente ocupa usando tudo e todos, para chatear À exaustão, vencer pelo cansaço, até conseguir submergir o protagonismo deste funcionário exemplar (você), ou melhor, mandá-lo de vela... (isto é: de iate, ou jacto particular, que lhe dá a si mais jeito)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer argumento serve, desde que - absolutamente - NADA tenha a ver com a perfeição atingida e que, acima de tudo e é esse o objectivo: a manche, a sua reputação, não a da chefia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;7 - Frivolidade &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um chefe destes, inseguro e egocêntrico - mistura explosiva - não leva nem nunca levará jamais a performance a sério, nem sequer a conhece! Despreza, ignora, esquece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tem a mínima ideia das implicações de nada em qualquer fase do processo excepto se achar que impressiona superiores ou laterais, tenha ou não a ver com alguma coisa com o que está a ser feito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas quer manter o ego vaidoso num (falso e prestes a ruir) "alto" patamar usando todos os anteriores estratagemas acrescentando-se a frieza cruel da frivolidade, todos pelo chefe e o chefe por ele à custa de todos se for preciso, traindo sem o mínimo escrúpulo e com um cinismo brutal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se alguém muitíssimo competente ameaçar o território destes chefes, mesmo à custa dos secundários (para o chefe tónhó) excelentes funcionários, e apesar de mais importantes que tudo para os interesses comuns da empresa, a frivolidade levará a melhor e a avaliação do mega-competente será avassaladora(mente)... má! Ergo, frívola, isto é, tais funcionários na opinião da chefia, não funcionam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ipsis verbis:&lt;/em&gt; faz-te à vida filho/a que me estás a ameaçar a imagem falsa que passo e acredita que te farás...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faça-se à vida, mas semeie a árvore "verdadeiro espelho" antes de se sumir, que deixará a germinar no interior da empresa, imponentemente discreta, no sentido de expor esta vergonha de chefe que ninguém sabe como chegou a tal coisa e para que justiça seja feita e, o que realmente interessa a si, a empresa não seja prejudicada mais (ainda).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Conclusão: &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há (mesmo) como escapar, nem (lamentavelmente) como ganhar (não logo! - A paciência do chinês compensa, o tempo dirá sempre quem tem razão, se você não a perder).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A única hipótese é deixar a natureza seguir o seu curso, isto que implica que o equilíbrio assenta, mais cedo ou mais tarde, mas sempre. E sim, a natureza FUNCIONA! Você nasceu, certo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se nada for descurado, se todas as precauções forem tomadas, se todas as defesas forem levantadas, o inseguro chefe prevaricador &lt;em&gt;quasi&lt;/em&gt;-delinquente definhará na sua própria sede enquanto se rodea ou de semelhantes ou de inferiores, e tal acontecerá à medida que elimina os competentes que o fazem sentir ameaçado, com o infundado e paranóico receio que exponham a sua incompetência descarada e passa a uma questão de "quando", não de "se".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se não existirem leucócitos profissionais e o sistema imunitário estiver debilitado, basta uma célula ter o seu DNA alterado para comprometer todo o organismo provocando crescimento desenfreado maligno de saloios parasitas que consomem todos os recursos do organismo até o extinguir... Estes chefes matam um empresa, sugam-lhe tudo - e criam metásteses à medida que atacam os orgãos, uns mais vitais que outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas basta uma instrução máscula ditatorial ao sistema imunitário, uma vacina, um tratamento potente para que se reconheça o padrão da dita chefia maligna e se faça uma limpeza radical da dita antes de esta se propagar ao ponto de ter poder de matar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O organismo só desfalece quando é tarde... e a deixarem patogénicos destes livres, é também uma questão de quando, não de "se".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num mundo que não é justo, mas que também não é dogmático nem tão intransigente como nos querem fazer acreditar&lt;em&gt;, &lt;/em&gt;desejo a todos felicidades, e desejo que os maus chefes ou deixem de o ser (maus) ou deixem de o ser (chefes), que todos os organismos sejam saudáveis e que possa continuar a ser eu o chefe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;© Álvaro M. Rocha - Todos os direitos reservados.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;(c) Alvaro M. Rocha - Todos os direitos reservados.
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Rocha&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Avenida do Índico, Lote 1.05.03 A&lt;br /&gt;(Para evitar spam, o nº de apartamento não é divulgado, pode pedi-lo por &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:amr@alvaromrocha.com"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;email&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;)&lt;br /&gt;Torre S. Rafael&lt;br /&gt;Parque das Nações&lt;br /&gt;1990-299 Lisboa&lt;br /&gt;Portugal&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Phone: +351 93....... (Para evitar soam, o nº não é divulgado, pode pedi-lo por &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:amr@alvaromrocha.com"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;email&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;) &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Email do proprietário: &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:amr@alvaromrocha.com"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;amr@alvaromrocha.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; - referido em diante como o &lt;em&gt;email citado no topo&lt;/em&gt;.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;hr /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.safesurf.com/" rel="nofollow"&gt;&lt;img height="34" src="http://www.alvaromrocha.com/amr/ssurf.gif" width="108" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Este site está é creditado pela &lt;strong&gt;&lt;em&gt;SafeSurf&lt;/em&gt; &lt;/strong&gt;e é &lt;strong&gt;geo-referenciado&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;iframe marginwidth="0" marginheight="0" src="http://www.google.com/maps?f=q&amp;amp;hl=pt-PT&amp;amp;geocode=&amp;amp;time=&amp;amp;date=&amp;amp;ttype=&amp;amp;q=38.768335,+-9.09647&amp;amp;ie=UTF8&amp;amp;t=k&amp;amp;om=0&amp;amp;ll=38.775967,-9.092302&amp;amp;spn=0.035598,0.077591&amp;amp;z=14&amp;amp;iwloc=addr&amp;amp;output=embed&amp;amp;s=AARTsJq5adheDQ_3drZOrfFXM_aJtLanqQ" frameborder="0" width="425" scrolling="no" height="350"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;small&gt;&lt;a style="COLOR: #0000ff; TEXT-ALIGN: left" href="http://www.google.com/maps?f=q&amp;amp;hl=pt-PT&amp;amp;geocode=&amp;amp;time=&amp;amp;date=&amp;amp;ttype=&amp;amp;q=38.768335,+-9.09647&amp;amp;ie=UTF8&amp;amp;t=k&amp;amp;om=0&amp;amp;ll=38.775967,-9.092302&amp;amp;spn=0.035598,0.077591&amp;amp;z=14&amp;amp;iwloc=addr&amp;amp;source=embed"&gt;Ver mapa maior&lt;/a&gt;&lt;/small&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Em relação à navegação:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por cada visita a uma página web, a rede de servidores web automaticamente reconhece dados de rastreio dos dados do consumidor (onde possível), mas não o endereço de email, excepto se claramente citado algo em contrário.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Existe agregação de informação acerca do nome do domínio, endereço IP, sistema operativo, resolução de monitor, página visitada e página de onde originou a visita, ao que acedem os consumidores e o que visitam, e também informação voluntariamente cedida pelo consumidor, como sondagens e/ou registos no site.&lt;/p&gt;&lt;strong&gt;Com relação aos cookies: &lt;/strong&gt;Os cookies são utilizados para guardar informação específica de utilizador relativa às páginas a que acede ou visita, excepto se citado algo em contrário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhuma informação é partilhada, seja sobre clientes, dados pessoais ou relacionados com a navegação. 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