<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/'><id>tag:blogger.com,1999:blog-25015470</id><updated>2007-11-06T10:00:20.823Z</updated><title type='text'>Alvaro M. Rocha - Blog Oficial</title><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.alvaromrocha.com/blogger-pt/'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25015470/posts/default'/><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://www.alvaromrocha.com/blogger-pt/atom.xml'/><author><name>AMR</name></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>13</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25015470.post-486713753924059518</id><published>2007-09-05T21:39:00.000+01:00</published><updated>2007-09-06T08:41:52.773+01:00</updated><title type='text'>Pierce Brosnan usa o BMW 850 de AMR</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Se sabe inglês, o post em &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.alvaromrocha.com/blogger/2007/09/pierce-brosnan-uses-amrs-bmw-850.html"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;http://www.alvaromrocha.com/blogger/2007/09/pierce-brosnan-uses-amrs-bmw-850.html&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt; descreve o abaixo com muito mais detalhe.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;img height="500" src="http://fotos.sapo.pt/godot/pic/0006scwh/s500x500" width="376" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Pierce Brosnan voou até Lisboa e aí estava no dia 24 de Fevereiro de qualquer coisa (2006), que acontece, é o dia do meu aniversário (nasci 1975, se lhe interessa). Tive o prazer de ver Brosnan na luxuosa Rua Augusta, na baixa lisboeta - e é muito mais alto que julgava, mesmo alto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aparentemente partilhamos alguns gostos, todos requintados: James Bond, belas mulheres, excelente cerveja e exóticos automóveis topo de gama de deixar o queixo caído. A sincronicidade parece ter feito o seu síncrono(icidade-ó-coiso) karmático papel, e eis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pierce Brosnan estava em Portugal para protagonizar um anúncio publicitário, uma espécia de mistura de Bond com Thomas Crown com carros, garinas de topo e cerveja tipo cereja no topo do bolo, tudo com um estilo e charme do melhor dos melhores. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Escolher um super-carro exótico para fazer o impensável implicava escolher algo caríssimo, uma jóia desportiva sobre rodas com ar de cavalheiro, que aguentasse o insane "stress" que lhe ia ser imposto, passando a bela máquina por tudo com altíssima confiança (se assim se pode dizer) sem nunca se temer que alguma coisa falhasse. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;O anúncio, na realidade uma séries deles, progressivos, foi conceptualizado para a Sagres Bohemia (da SCCB) pela agência de publicidade Euro RSCG (projecto supervisionado por Nuno Caetano), produzido pela Ministério (dos) Filmes e realizado por Marco Martins. Tudo maravilhosamente envolvido numa banda sonora de autoria do mastro Nuno Malo, que conduzia a orquestra Eslovaca através de um tema muito "Bond". &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Protagonizado por Pierce Brosnan (e o meu BMW 850, com um 12 cilindros em V de 5 litros) inseridos numa equipa bestial e cujo resultado final nada poderia ser menos do que absolutamente estupendo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode ver-se aqui abaixo um exemplo do que esta minha "jóia" mecânica teve que passar (a assobiar como se num piquenique num parque se tratasse, num dia de sol sem vento):&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/6EQBZU6OtFU"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/6EQBZU6OtFU" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Por vários motivos à data, um dos dígitos da matrícula do BMW (e apenas um) foi alterado no filme, devido aos close-ups que a poderiam revelar claramente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;Resumindo o que a jóia mecânica é, e &lt;strong&gt;não é&lt;/strong&gt; um 850i "normal", cá vai:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;É um BMW 850i Automatic, de 1991, com motor M70 (o mesmo que foi alterado para uso no MacLaren F1). Um kit compressor de supercharging + intercooler da Koenig Specials, adicionados a alterações de centralina e escape (quatro bufadeiras ainda "silenciosas" como eu gosto) resultam num pacote surpreendentemente suave, mas explosivo, com um resultado final de uns devastadores 475 cavalos, com um binário de tractor quase "flat" e elasticidade Ferrari/Lamborghini à mistura, só que sem os berros mecânicos, e que levam esta obra de arte germânica de quase duas toneladas dos 0 aos 100 em pouco mais que 5 segundos, terminando a 315 cerca de pouco menos de um minuto depois. Em menos de metade, já vai lançada aos outrora limitados 250 km/h...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Com uma aceleração colossal, explosiva, surpreendentemente violenta, inesgotável e colorida apenas com um grave, intimidante e confiante, mas sempre suave e quase gentil cavalheiresco roar gutural profundo e denso, tal pacote eclipsa, pulveriza, ultrapassa quase ou praticamente tudo o que anda na estrada, qual relâmpago, precedido de um trovão de um tsunami, de potência interminável, que cola tudo aos assentos, como se abençoadamente empurrado pela mão de deuses - isto para quem não o for a passear, e aí tende a parar o trânsito.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Um dos spots da Sagres Bohemia, onde o (meu) BMW 850 é mais visível e "dança" a gosto sob o "pulso" de Pierce Brosnan, é o "diamante", Sagres Bohemia (esta versão abaixo, a completa de 90 segundos, apenas passou na íntegra uma e uma só vez na TV,, na SIC, e claro, muitas vezes, em muitos canais, mas numa versão um pouco mais curta):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/iRpAtBoexwE"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/iRpAtBoexwE" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Conceito por Euro RSCG &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;(supervisionado por Nuno Caetano - Euro RSCG)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Produzido por Ministério (dos) Filmes&lt;br /&gt;Música por Nuno Malo, maestro, dirigindo a orquestra sinfónica Eslovaca&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Realizado por Marco Martins&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;Este 850 em particular, com travões e suspensão melhorados (mais baixo quase 2 cm), curva como que desafiando a física e trava (perdão, pára!) como se chocando com uma invisível parede de areia, tudo num conforto de Rolls-Royce a 4, com mala para muita tralha, e acessórios de luxo a que se perde a conta, muito à frente do tempo... tem até detector de ar nocivo no exterior, interrompendo a circulação do mesmo na climatização... &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Gramo mesmo é o levantar do volante quando abro a porta, para facilitar estacionar o rabo, baixando logo depois para a posição memorizada - muito convidativo à entrada, e facilitador neste cavalheirismo, pois pouco mede mais que 1 metro e picos de altura, que conjugados com 2 metros de largura resultam numa visão muito sensual e fluída, que nunca vai passar de moda nem de torcer pescoços tal magnética é a forma como atrai olhares.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;A melhor maneira de viajar não com o habitual opcional (mas garantido) acessório de UM espécime feminino de excelente qualidade, mas três! Adicione-se este clássico intemporal, bom gosto, e o resultado só pode ser um, e seja qual for, faz sempre sentir-nos especiais. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Note-se que ninguém sai da frente quando um M3 ou M5 berra com luzes (e são super carros por mérito próprio), mas este a passo de caracol faz outros abrandar para o admirarem, ou a passo de híper-espaço não precisa de pedir licença, dir-se-ia que os "caracóis" na frente têm todos sensores a dizer que vem um misterioso míssil atrás...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;E surge a questão: Preço?&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Não tem (melhor explicado no post em inglês, para quem achar que possa ter).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Além de dizer sempre onde está (por GSM emite a localização detectada por GPS), foi conduzido por Bond, James Bond. E melhor ainda, é conduzido por mim. É valioso, e o valor inquantificável (tal como a manutenção). &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Tem tudo, menos preço (e espaço para mais que três exóticas super-modelos, o que no meu caso até dava jeito). :-)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Abraços,&lt;br /&gt;AMR&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;a href="http://www.alvaromrocha.com/"&gt;http://www.alvaromrocha.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;PS - &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pierce Brosnan foi apanhado em excesso de velocidade no seu próprio BMW 850 - também tem um - eu disse que partilhávamos o bom gosto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;© &lt;a href="http://www.alvaromrocha.com/"&gt;Alvaro M. Rocha&lt;/a&gt; - All rights reserved.&lt;/div&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.alvaromrocha.com/blogger-pt/2007/09/pierce-brosnan-usa-o-bmw-850-de-amr.html' title='Pierce Brosnan usa o BMW 850 de AMR'/><link rel='related' href='http://www.youtube.com/watch?v=6EQBZU6OtFU' title='Pierce Brosnan usa o BMW 850 de AMR'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25015470&amp;postID=486713753924059518&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.alvaromrocha.com/blogger-pt/atom.xml' title='Enviar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25015470/posts/default/486713753924059518'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25015470/posts/default/486713753924059518'/><author><name>AMR</name></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25015470.post-2355973173610822710</id><published>2007-08-03T00:51:00.000+01:00</published><updated>2007-10-31T14:15:17.330Z</updated><title type='text'>Se tem um chefe destes, demita-(o)-se...</title><content type='html'>Este post foi movido para &lt;a href="http://www.alvaromrocha.com/pt/2007/10/demita-o-chefe.html"&gt;http://www.alvaromrocha.com/pt/2007/10/demita-o-chefe.html&lt;/a&gt;.</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.alvaromrocha.com/blogger-pt/2007/08/se-tem-um-chefe-destes-demita-se.html' title='Se tem um chefe destes, demita-(o)-se...'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25015470&amp;postID=2355973173610822710&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.alvaromrocha.com/blogger-pt/atom.xml' title='Enviar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25015470/posts/default/2355973173610822710'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25015470/posts/default/2355973173610822710'/><author><name>AMR</name></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25015470.post-6919153433282867125</id><published>2007-08-02T02:13:00.001+01:00</published><updated>2007-08-02T14:55:28.672+01:00</updated><title type='text'>Não chegavam as chatices com Sapo ADSL e Kanguru... Netcabo junta-se ao molhe!</title><content type='html'>Agora a Netcabo a armar-se aos cowboys:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"&lt;br /&gt;&lt;em&gt;5. Produtos Netcabo sem limites de tráfego associados&lt;br /&gt;5.1. A disponibilização de Produtos Netcabo sem limites de tráfego associados está sujeita a níveis de utilização razoáveis, para que seja possível garantir uma elevada qualidade na prestação do serviço da TV CABO aos Clientes. 5.2. Determinadas acções no âmbito da utilização do Serviço Netcabo, designadamente downloads e/ou uploads de ficheiros de elevado volume, streaming e outras poderão ter efeitos prejudiciais sobre a rede de banda larga na qual se suporta o Serviço, bem como para os restantes Clientes/utilizadores da rede. 5.3. Quando se verifique que os Clientes com Produtos Netcabo com tráfego ilimitado excederam um nível de utilização razoável, a TV Cabo reserva-se o direito de informar os Clientes desse facto. 5.4. Para além de informar os Clientes que excederam um nível de utilização razoável, e a par da referida comunicação, a TV Cabo poderá: (i) Proceder à cobrança dos consumos adicionais relativamente ao nível de utilização aceitável, de acordo com o preçário TV Cabo em vigor;(ii) Reduzir a qualidade do serviço, designadamente diminuindo as velocidades de download e upload nos momentos de utilização acima do nível razoável; (iii) Proceder à suspensão do Serviço Netcabo, com fundamento em violação grave e culposa das condições aplicáveis à utilização do Serviço Netcabo, nos termos da Cláusula 7. das Condições Gerais dos Produtos e Serviços TV Cabo. 5.5. O valor máximo de utilização aceitável é definido com base nos perfis de utilização dos Clientes e pode variar em função da evolução desses perfis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E para minha (des)graça, não deixei nada por dizer ao cuidados dos ditos, de rajada:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"&lt;br /&gt;É alguma piada?...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cliente Cxxxxxxxxxxx... (eu)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...que até (acha que) faz utilização "razoável" (?) mas comprou e PAGA tráfego ilimitado por algum motivo. Leia-se por ilimitado: TOTALMENTE DISPONIVEL 24H DIA A 8000/512 independentemente do que faça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOI ISTO QUE FOI CONTRACTUALIZADO E É ISTO QUE É PAGO... CERTO?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Senão poupam-se os quase 8 euros visto nunca terem sido usados, no tráfego, os ditos "abusivamente" abundantes bytes, embora se tenha PAGO PARA O FAZER.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dupla (tripla, o que der na gana) tributação à vontade do freguês, leia-se do provedor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto pois arrogantemente arrogam-se, passo o pleonasmo, de alterar um serviço já pago e acordado, em vosso favor, e de forma a que possa voltar a ser (re)pago caso "convenha" sem critérios claros!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu diria que entendo que isto pode ser sujeito a níveis de interpretação razoáveis, perdoem estar a citar a Netcabo, e propenso a violação grave e culposa do direito do consumidor, ou se calhar até não, não sou advogado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se não querem vender tráfego ilimitado não vendam, mas foi isso que comprei e que me venderam... PONTO! Ou não foi? Fiquei confuso, pois foi isso que paguei e pago!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agradeço confirmação de que tenho o tráfego ao máximo, ilimitado, tal como é pago, mesmo sendo o meu perfil do "coitadinho que nem abusa", quando usar tudo a que tenho direito não quero nem ouvir explicações destas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pergunta factual: posso usar a 100% do tempo 8 Mbps de download e 512 kbps de upload tal como paguei e está contractualizado ou não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obrigado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atenciosamente,&lt;br /&gt;AMR&lt;br /&gt;&lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://www.alvaromrocha.com/" target="_blank"&gt;http://www.alvaromrocha.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curiosamente, logo após o envio do email... E pela primeira vez (!), fiquei sem Net(cabo)... uns bons minutos. O síndrome de Sócrates espalha-se, e eles não percebem que o que sabem é somente e apenas que nada sabem...</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.alvaromrocha.com/blogger-pt/2007/08/no-chegava-as-chatices-com-sapo-adsl-e.html' title='Não chegavam as chatices com Sapo ADSL e Kanguru... Netcabo junta-se ao molhe!'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25015470&amp;postID=6919153433282867125&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.alvaromrocha.com/blogger-pt/atom.xml' title='Enviar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25015470/posts/default/6919153433282867125'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25015470/posts/default/6919153433282867125'/><author><name>AMR</name></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25015470.post-3907864178407936647</id><published>2007-07-25T00:00:00.001+01:00</published><updated>2007-07-25T00:30:55.550+01:00</updated><title type='text'>A treta da política</title><content type='html'>Muito haveria a dizer, e há, e provavelmente terei que progressivamente escrever... Se me apetecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para já o genial oportunismo de Mendes a aproveitar o incrivelmente idiota "genialismo" no PSD.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luís Filipe Menezes aproveita a monumental asneira anti-democrática do pseudo-democrático Marques Mendes, este último que se diz contra o alegado-mas-real-tirano Sócrates, para o Menezes à boleia do pequeno, literalmente e mais que isso, líder do PSD, se lhe fazer ao lugar - e de forma pouco grandiosa - Sócrates ri-se. Ah ah ah mas são verdes... verdinhos... virgens... tonhós!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não que Filipe Menezes seja mau, nem nada que se pareça, ao contrário de Mendes, que também não é mau, mas é fraco, fraquito, medricas e demasiado "rapazola do pseudo-catolicismo-romano" mas Menezes, verdade seja dita. faz falta no Norte, o sítio da malta da barba rija, e deveria meditar antes de lá bazas no exemplo de um outrora marco PS'ista (da concorrência, mas que interessa?) da câmara do Porto que veio para Lisboa armar-se aos câgados e foi de vela... ou de "bela"... ou seja lá como for o sotaque... "Bê" de "Béla" carago!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esquecendo que Menezes já chorou por erros que só o honraram (que me lembro, mas posso tar enganado), ipsis verbis, ou melhor, bérbis, lamentou-se por verdades dizer. Acho que embora eu próprio de choros NÂO sou, e sou do Norte carago, a bibêr na lindíssima e mal entregue "Mouraria", de lamentos também sou pouco... Mas o suficiente para topar que Menezes esperou para aparentemente ser o único, e qualquer único meterá o Mendes no saco, que é como se diz na minha terra, o último a rir quando mais ninguém o faz é o gajo que TAMBÉM não percebeu a piada mas para impressionar todos os outros, inclusivé quem a conta, finge que o fez... não é que ria melhor, é que é o único a rir, "hence", e por exclusão matemática de partes, o melhor...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão é que não é Mendes que é honesto e íntegro e tão falível quanto todos os outros quanto ao "resto", *ahem*,  seja o problema e que sequer seja necessária força contra este - não é - nem é necessário pensar em estratégias.... a força necessária é aquela "outra", a que interessa, que só SANTANA LOPES tem, o menino terrível da borga, mas com miolos, e a única que que desafia e sempre desafiou a lógica Socrática do "Eu só Sei que nada sei a menos que todos os outros"... excepto em debates com o pragmático "nas calmas" Lopes, cheio de frequentes defeitos, mas com muitas raras qualidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lamento muito que a malta, eu mais que muito incluído, esteja entregue à bicharada - que até faz muitas coisas de jeito, dou a mão à palmatória - mas lamento sim mai que tudo que a malta o faça de chofre... sem reconhecer o que de bem se fez ou o de muito mal se faz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A culpa não é dos outros nem é nossa. A culpa não existe. O que existe é condicionar a permissão que catalize opressão de interesses incentivantes - passo o satori-achieve-if-you-are-worthy.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inconformado no seu conformismo, sempre vosso, e como tal, do lado dos vencedores,&lt;br /&gt;AMR&lt;br /&gt;(O tipo que nunca se dá por vencido, nem por vencedor... feliz por SER! (um tipo))</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.alvaromrocha.com/blogger-pt/2007/07/treta-da-poltica.html' title='A treta da política'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25015470&amp;postID=3907864178407936647&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.alvaromrocha.com/blogger-pt/atom.xml' title='Enviar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25015470/posts/default/3907864178407936647'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25015470/posts/default/3907864178407936647'/><author><name>AMR</name></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25015470.post-1922823428195368861</id><published>2007-04-17T15:02:00.000+01:00</published><updated>2007-04-17T15:23:26.147+01:00</updated><title type='text'>Um paradoxo paradigmático - o código da estrada</title><content type='html'>&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Uma&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;questão&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;que&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;nunca&lt;/span&gt; um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;instrutor&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;soube&lt;/span&gt; responder (para &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;além&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;das&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;normais&lt;/span&gt; do "&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;que&lt;/span&gt; é um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;ponta&lt;/span&gt;-&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;tacão&lt;/span&gt;" &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;ou&lt;/span&gt; "o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;que&lt;/span&gt; é a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;corda&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;de&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;uma&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;curva&lt;/span&gt;" &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;ou&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;ainda&lt;/span&gt; "o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;que&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;raio&lt;/span&gt; é sub &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;ou&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;sobre&lt;/span&gt;-&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;viragem&lt;/span&gt;"). &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;Vejamos&lt;/span&gt; o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;problema&lt;/span&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;cruzamento&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;de&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;quatro&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_30"&gt;vias&lt;/span&gt; (em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_31"&gt;cruz&lt;/span&gt;), &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_32"&gt;sem&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_33"&gt;semáforos&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_34"&gt;chegam&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_35"&gt;simultâneamente&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_36"&gt;quatro&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_37"&gt;veículos&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_38"&gt;absolutamente&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_39"&gt;idênticos&lt;/span&gt;, não existem sinais, nem é veículo prioritário, à &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_40"&gt;mesma&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_41"&gt;velocidade&lt;/span&gt; e tempo, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_42"&gt;todos&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_43"&gt;abrandando&lt;/span&gt; em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_44"&gt;simultâneo&lt;/span&gt;, e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_45"&gt;todos&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_46"&gt;querendo&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_47"&gt;seguir&lt;/span&gt; em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_48"&gt;frente, e todos decidindo-o fazer ao mesmo tempo (todos entrariam em simultâneo)&lt;/span&gt;. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_49"&gt;Pergunta&lt;/span&gt;: &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_50"&gt;quem&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_51"&gt;tem&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_52"&gt;prioridade&lt;/span&gt;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_53"&gt;Relembro&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_54"&gt;que&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_55"&gt;tem&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_56"&gt;prioridade&lt;/span&gt; o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_57"&gt;da&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_58"&gt;direita&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_59"&gt;sendo&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_60"&gt;que&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_61"&gt;todos&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_62"&gt;querem&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_63"&gt;seguir&lt;/span&gt; em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_64"&gt;frente&lt;/span&gt;, é o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_65"&gt;da&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_66"&gt;direita&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_67"&gt;que&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_68"&gt;tem&lt;/span&gt; o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_69"&gt;direito&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_70"&gt;de&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_71"&gt;avançar&lt;/span&gt;, mas à &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_72"&gt;direita&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_73"&gt;de&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_74"&gt;cada&lt;/span&gt; um, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_75"&gt;existe&lt;/span&gt; um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_76"&gt;outro&lt;/span&gt; com &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_77"&gt;prioridade&lt;/span&gt;... e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_78"&gt;não&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_79"&gt;respondam&lt;/span&gt; "&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_80"&gt;bom&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_81"&gt;senso&lt;/span&gt;", &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_82"&gt;que&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_83"&gt;pouco&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_84"&gt;disso&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_85"&gt;vejo&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_86"&gt;nas&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_87"&gt;nossas&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_88"&gt;estradas&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;© &lt;a href="http://www.alvaromrocha.com/"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_89"&gt;Álvaro&lt;/span&gt; M. Rocha&lt;/a&gt; - &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_90"&gt;Todos&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_91"&gt;os&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_92"&gt;direitos&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_93"&gt;reservados&lt;/span&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.alvaromrocha.com/blogger-pt/2007/04/um-paradoxo-paradigmtico-o-cdigo-da.html' title='Um paradoxo paradigmático - o código da estrada'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25015470&amp;postID=1922823428195368861&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.alvaromrocha.com/blogger-pt/atom.xml' title='Enviar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25015470/posts/default/1922823428195368861'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25015470/posts/default/1922823428195368861'/><author><name>AMR</name></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25015470.post-4597299810269918065</id><published>2007-04-12T11:31:00.000+01:00</published><updated>2007-04-12T15:39:41.126+01:00</updated><title type='text'>Eng. José Socrates - a polémica da polémica</title><content type='html'>Quanta tinta corre por tão "insignificante" questão, pelo menos, a de base.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma coisa é certa, muitos (se não todos) Eng. Tec. são realmente tratados por "eng.", assim como muitos (senão todos) os licenciados numa área que não relacionada com eng. são tratados com o prefixo "Dr.", a tal "cortesia" hipócrita, mas que a malta cá liga e prontos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos states, "engineering" é aplicada ao conceito de "criar com cálculos, desenhar com regras", não sendo um grau académico, tanto quanto sei. Pode portanto intitular-se "Software Engineer" se fizer engenharia de software, e ter um grau "Master" em ciências de computação ou apenas um curso MSCE da Microsoft (Microsoft Certified Systems Engineer). Mas lá os prefixos limitam-se a "Doctor" tanto quanto sei, acho que nunca ouvi "Mr. Engineer".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, Bolonha, a melhor coisa que podia acontecer a Portugal. Finalmente entendi como nos "States" têm tantos cursos em tão pouco tempo. No entanto ressalvo que acho que a qualidade de ensino pública em Portugal (Superior) é absolutamente incontestável - formámos cientistas (para exportação), esquecendo mais a parte leviana do ser prático e ir andando (tipo Eng. José Sócrates).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixem-me então iniciar por revelar a minha cor política: nenhuma.&lt;br /&gt;Guio-me pelos programas, e pelo contexto em que vão ser aplicados, pelo talento dos candidatos (não o currículo) e siga para bingo... decido. Confesso que achava mais piada ao Dr. Santana Lopes, mais intuitivo e de melhor trato que o Eng. José Sócrates, sendo que este último, muito mais analítico, acaba na mesma por conseguir muito, criando mais atrito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A táctica do "porreiro", do Dr. Santana Lopes, acabaria (como acabou) por fazer singrar "rebeliões" internas e invejas à caça de tachos que culminaram numa pressão brutal sobre o Dr. Jorge Sampaio - sendo que a não existirem "caças aos tachos", acreditaria mais na abordagem intuitiva e humana do Dr. Santana Lopes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas é tempo de chicotear e disciplinar, a bem do futuro, um pouco como treinar os músculos para que estes cresçam, e nisso o Eng. Sócrates consegue, nos meandros de um feitio muito temperamental, a frieza necessária para levar com as balas e continuar em frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penso que quem o colocou melhor foi o Historiador Dr. Pacheco Pereira, ao reflectidamente comentar que o Eng. José Sócrates foi um jovem deslumbrado. Quem o não seria?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E extrapolando: Quem não pagou para entrar numa discoteca? Quem nunca se tentou desenrascar de uma multa? Quem não tem telhados de vidro? Quem nunca mentiu num engate (ou exagerou)? Que esse alguém atire a primeira pedra... e para quê? Certo que podem não ser primeiro-ministros, mas... poderiam ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Óbvio que não acho nada do que está acima de louvar, mas não é essa a questão, pelo menos, para já.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o Eng. Sócrates não tivesse feito o que fez, não estaria onde está, independentemente do que tenha sido feito, desde que em consciência, calculado e sem prejudicar ninguém pelo caminho - usou os mesmos recursos que agora lhe conferem bons resultados - improvisou (contradigo a frieza analítica que disse que ele tem, mas isso não lhe retira poder de bom improviso).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E extrapolando novamente: Quantos não pagaram para poderem conduzir? (exames de condução) Quantos professores não implicaram com certos alunos? Constitui isso algo de válido para analisar o carácter de alguém?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E agora sim, o que está acima já se recheia de uma componente condenável, mas não é muitas vezes o próprio "meio social" mal pensado responsável pela típica habilidade "à portuguesa"? Não deveria também isso ser discutido? Mas desvio-me do assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Investigue-se ou não, não é relevante para o presente do ponto de vista conjuntural - trata-se de oportunismo político - considero muito mais grave o que está a acontecer com os alunos da Universidade, e até com a mesma - tal o pânico com o que pode vir (ou não) à superfície.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem tiver que ter cartas nas manga, meus caros, se é que as há, e se é que alguém as tem (especulo gratuitamente), já as deve ter há muito tempo. E por isso, atenção, que acho que deve proteger-se a instituição e os alunos, muito bem, e a bem de todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E atenção que não estou a dizer que o homem mentiu ou não, ou que existe alguma mega-lula (polvo) à volta do que for, mas apenas a demonstrar o que pode levar à teia de teias de fios mal explicados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Costuma-se dizer que quem não quer ser lobo não lhe veste a pele. Acontece que o Eng. José Sócrates precisava ser lobo, vestir a pele, e chegou a lobo apenas para descobrir que a coisa mais importante que qualquer pessoa tem, e que tem que defender a todo o custo, é a reputação... de cordeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora não é uma questão de carácter, mas de auto-defesa. Quem vai à guerra dá e leva.&lt;br /&gt;Seja verdade, seja mentira, seja o que for, é irrelevante se formos mesmo ao cerne da questão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema escalou de um compreensível "jovem deslumbrado que precisava subir degraus" a um inaceitável "inverosímel criador de falsas realidades". Alvo certeiro de oportunismo político que vai explorar o carácter, a reputação, atacar por aí, por muito mínimas que sejam as acusações (ou não).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encontraram um calcanhar de Aquiles, não o facto em si, mas o efeito que tem no "guerreiro" Eng. José Sócrates, e vão atirar flechas envenenadas até o homem cair ou proteger os calcanhares (leia-se "calar-se"). Quanto disse, diz e disser vai ser usado contra porque estão aos tiros numa refinaria de petróleo, não é uma questão de quem (vai tudo explodir com todos lá dentro e fora), mas de quando, se continuarem aos tiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o curso é irrelevante, se foi favorecido ou não, não é isso do foro pessoal? Algo a investigar ao "cidadão" e pronto? Ou cada vez que o Eng. José Sócrates vai ao WC a malta topa se ele lava as mãos? Er... Este pode não ter sido uma analogia feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem é medido pelo que faz, não pelo que diz. Ou disse.&lt;br /&gt;Não revela falta de carácter querer ser mais que o que se é, apenas uma normal fraqueza humana. E a inveja alheia ataca porque se revê. O homem é Primeiro-Ministro, quantos Engenheiros o são? Quantos andam a passar fome? Não faz de ninguém mais rico o dito "canudo". Porquê tanta importância? O homem pode contratar os melhor engenheiros para conselheiros, porquê tanta importância? O porquê é a chave da defesa, o Eng. José Sócrates está a atacar como os Castelhanos em Aljubarrota, vai contra uns poucos munido de um exército para cair num buraco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mentiu para se vangloriar, poderão alguns dizer: vaidade, um doce pecado (mortal?). E continuamos a fugir ao "porquê" real. Mas quem nunca o fez (mentir) e não ficou depois apanhado num momento de entusiasmo nos subsquentes por causa de uma (na altura) mentira inofensiva dando depois o litro para a defender e tornar "verdade"?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não estou a afirmar que o ministro mente ou não.&lt;br /&gt;Qualquer político que se preze MENTE, e quem acha que não, não é deste mundo. A política é a arte de fazer a verdade usando as melhores e mais verosímeis mentiras. Sem mentir, não se sobe na política, porque se o povo ouvisse a verdade (e o Eng. José Sócrates diz algumas), jamais votaria em quem fosse...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode ter mentido, pode estar a mentir, ou não. Mas fez o que teve que fazer para apresentar a obra que hoje tem feita, dentro dos limites da consciência, da moral e dos valores do homem. Não era Primeiro-Ministro. Não tinha feito o que tem feito hoje. É preciso coragem para não só fazer o que tem sido feito, mas também para aguentar tais telhados de vidro, que todos temos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta operação de contenção de danos revela por si só uma genial capacidade de gestão, embora, estando a resvalar (e a ser levada) para o lado pessoal, a emoção está a cegar o Eng. José Sócrates e o contraste stress/alívio/stress/alívio estão a levá-lo a cometer erros que poderão ser crassos. O alvo não é a sua pessoa, a sua pessoa é o ponto fraco para chegar a um alvo, e só é um ponto fraco acidentalmente descoberto que nem ponto fraco é não fosse a "pessoa" em causa, a sua personalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito que o genial Dr. Jorge Coelho (posso estar enganado, estou a especular) esteja de alguma forma a congeminar formas de gerir esta crise, tenho muita pena de o ver "afastado" pois tem um talento nato para "criar" realidades que fazem sentido. Tal como outros igualmente geniais, como o Professor Marcelo Rebelo de Sousa e o próprio Dr. Santana Lopes, todos abençoados com rara perspicácia diplomática e rapidez de raciocínio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o Eng. José Sócrates reflectir, e analizar o comportamento da oposição, chegará à conclusão de que a montanha vai parir um rato: o pior que pode acontecer é pessoal, não é institucional - a dita "vergonha" que pesa mais na cabeça do dito ministro, que no povo, que se está nas tintas, mas que adora novelas. O povo tem que ser muito tonhó para achar que Eng. Civil é muito útil no cargo, e a tacanhez que pode ter sido o que em primeiro lugar levou um jovem entusiasmado a escrever "Engenheiro" leva igualmente outros tacanhos ao invejoso "eu não posso, mas tu também não". E continua tudo distraído do cerne da questão (a Universidade? a OTA? ou algo mais? Será que interessa?).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que o que é pessoal é o que mais dói, mas é o que mais rapidamente o povo esquece - é um falso drama, irracional, porque envolve emoções. Por mais que o Eng. José Sócrates prove o que quer provar, bem ou mal, a dúvida vai sempre, sempre, sempre permanecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que se alimente a dúvida, não as certezas. Que se proteja a reputação, e insistir no que pode ser provado de outra forma, pode arruiná-la. Silenciar, também. O desprezo é a melhor arma. Despreze-se o que se não pode ter, o que se não quer saber, e o pior que pode acontecer é perceber-se apenas... o desprezo. E que se espere, e espere, e espere... e espere.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que o Eng. José Sócrates diga apenas "eu sou Primeiro-Ministro". E quanto ao resto, que se entenda com se quiser entender, fora da praça pública, que, perdoem a frontalidade, isto não parece nem dizer respeito aos problemas dos portugueses, nem às funções que ocupa, que não são relacionadas com Eng. Civil. Quem em vez de se preocupar em provar, o que resultará em mais ataques, que perceba o porquê destes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo bem que existem na blogosfera dúvidas razoáveis, mas deveriam ser dúvidas lançadas ao cidadão, por motivos claros (foram prejudicados?), e não um ataque cerrado à pessoa humana, que apesar de tudo, estamos a falar de um ser humano, com as suas fragilidades, o seu ego, os seus esqueletos no armário, e as suas qualidades... mas volto a fugir da questão fulcral - qual?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto a mim, admiro a coragem, simpatizo com a gestão de crise, já quase sinto pena da devassidade que o próprio Eng. José Sócrates permite ao insistir provar o contrário. Se me disserem "olha, não sabes conduzir", eu respondo "sei". Se a pessoa insistir, mesmo muito, vou achar estranho e mandar a pessoa pôr-se na fila... que tenho assuntos mais importantes para tratar, de preferência, de Lamborghini.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não deixem o homem em paz, mas atormentem-no com problemas nossos, não os dele.&lt;br /&gt;Se o Eng. José Sócrates perceber de quem ou o quê os seus problemas são a solução, então terá encontrado o ponto onde estancar o ataque, diplomaticamente, de preferência. Também não sei se existe tal ponto nem tão pouco qual seria, especulo a meu belo prazer, tal como tantos o têm feito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é uma boa altura para uma crise política, mesmo com contornos sombrios como a PT, OTA, OPA's, CDS, privatização da RTP e afins, numa coisa o ministro foi contundente: mudar agora é deitar ao lixo tudo o que já suamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o povo que agora é "tão esperto", não consegue raciocinar e perceber "porquê agora, porquê isto, porquê"?... e porquê tanto silêncio e complacência da assembleia e dos media? E será que interessa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Telhados de vidro todos temos... e explodir uma granada é uma coisa, uma bomba atómica é outra. Mas estou a especular descaradamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prefiro o Dr. Santana Lopes, qual Scolari, admito, mas o Eng. Sócrates é o Mourinho que Portugal precisa agora, as alternativas são, francamente, tristes, no entanto, vem aí novamente o demagógico contundente sempre interessante Dr. Paulo Portas, e &lt;em&gt;qui ça&lt;/em&gt; o próprio "Flopes" himself, e isto pode aquecer por razões com mais piada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços,&lt;br /&gt;AMR&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.alvaromrocha.com"&gt;http://www.alvaromrocha.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS - Não apoio nem desapoio ninguém e sei que o que disse dá pano para mangas e que eu próprio poderei discordar daqui a cinco minutos do que escrevi e mudar de ideias, mas são assim as ideias: mudam, e a Internet parece estancá-las na parede e pronto.</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.alvaromrocha.com/blogger-pt/2007/04/eng-jos-socrates-polmica-da-polmica.html' title='Eng. José Socrates - a polémica da polémica'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25015470&amp;postID=4597299810269918065&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.alvaromrocha.com/blogger-pt/atom.xml' title='Enviar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25015470/posts/default/4597299810269918065'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25015470/posts/default/4597299810269918065'/><author><name>AMR</name></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25015470.post-3402935228212663418</id><published>2007-03-08T16:08:00.000Z</published><updated>2007-03-12T17:47:49.175Z</updated><title type='text'>[Audio] Surround 5.1, vende?</title><content type='html'>&lt;div class="weblog-body"&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;table&gt;&lt;br /&gt;&lt;tbody&gt;&lt;br /&gt;&lt;tr&gt;&lt;br /&gt;&lt;td align="right"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/tr&gt;&lt;br /&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;br /&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;A maluqueira do surround parece estar ao rubro... excepto nas vendas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Rodeado pelo&lt;i&gt; surround&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;Nos primórdios do &lt;i&gt;Doby Digital&lt;/i&gt; e&lt;i&gt; DTS &lt;/i&gt;foi dos que defendi o lançamento de música em formatos multi-canal. E &lt;b&gt;ainda&lt;/b&gt; defendo.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;A questão é que não sou apologista do "&lt;i&gt;Dolby Digital&lt;/i&gt;" e  "&lt;i&gt;DTS&lt;/i&gt;" 5.1, 6.1, &lt;i&gt;EX&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;ES&lt;/i&gt;, ou o que for, por faz pouco sentido para mim, em termos comerciais, devido ao sacrifício de conforto a que força o ouvinte para conseguir desfrutar da experiência. Convém recordar que se pode colocar música na sala e escutar da cozinha.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;Por isso, penso que a maioria das pessoas não se dará ao trabalho de comprar um "DVD" de música apenas por se imaginar refastelada no sofá enquanto o ouve, explorando toda a actividade surround 5.1. Falo também por mim, tendo inúmeros títulos multi-canal em alta-definição, *só* os ouço no tal relaxante e necessário cenário do sofá, consequentemente, raramente.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;O que acho ser &lt;i&gt;o&lt;/i&gt; caminho então?&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;b&gt;O estéreo ainda é a norma&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;br /&gt;Por mais que os leitores de DVD baixem de preço, a malta de música só lá vai enfiar CD's. Por melhor que os algoritmos de compressão multicanal se tornem, a malta só lhes liga para experiências imersivas do tipo filmes ou jogos, porque quanto à música, o mais importante continua a ser a própria música, aquilo a que assobia, que faz bater o pé, abanar o capacete ou provocar pele de galinha arrepiante.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;Muitos ainda apostam na abordagem do provocar inveja ao vizinho deixando o sistema multi-canal aos berros e retirando-se discretamente da sala, ou dançando freneticamente bem longe dos ensurdecedores altifalantes... perdendo-se assim a experiência imersiva que o produtor tentou induzir com a imagem em &lt;i&gt;surround &lt;/i&gt;5.1, isto é, que obriga o ouvinte a sentar-se no centro geométrico das 5, 6, e até 7 (por agora) colunas altifalantes... &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;...e já mencionei que muitos dos conjuntos dos altifalantes não estão correctamente dispostos?&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;Codificar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;Assim sendo, para mim, a solução é ainda fulcrada na conjunctura do estéreo como raíz, e...para adicionar algum valor acrescentado, se necessário, então porque não, o &lt;i&gt;Surround&lt;/i&gt;. Embora existam inúmeras maneiras de o fazer, pessoalmente costumo usar duas (excepto para alta-definição onde uso &lt;i&gt;MLP &lt;/i&gt;ou &lt;i&gt;WMA lossless&lt;/i&gt;):&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;- &lt;i&gt;Windows Media Audio Multichannel encoder&lt;/i&gt; (ou similares)&lt;br /&gt;- &lt;i&gt;Dolby Prologic&lt;/i&gt; (ou similares)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;br /&gt;Ficando-me pelos exemplos, o &lt;i&gt;Windows Media Audio&lt;/i&gt; permite codificar (e comprimir) vários canais de audio, mas cria de forma transparente uma versão de dois canais se o ouvinte estiver a ouvir apenas com uma saída stereo. O &lt;i&gt;Dolby Prologic&lt;/i&gt;, se na versão II, codifica uma matriz 5(.1), na IIx vai até 7.1, no próprio ficheiro estéreo, e embora o ouviente possa desfrutar da versão estéreo (com o na voga &lt;i&gt;iPod&lt;/i&gt;, por exemplo, e auscultadores) pode também, se na disposição para isso, enfiar o CD na aparelhagem de alta-fidelidade com o mesmo ficheiro de som, ligando o respectivo descodificador &lt;i&gt;ProLogic&lt;/i&gt;, obtendo os 5(.1) ou 4 canais (se versão I) a partir do ficheiro estéreo. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;Convém sublinhar que a qualidade multicanal dedicada de algo como o &lt;i&gt;Windows Media Audio &lt;/i&gt;é superior a uma matriz áudio matemática efectuada com truques de variação de fase do sinal, caso do &lt;i&gt;ProLogic&lt;/i&gt;, mas tendo em conta o exemplo sala/cozinha, a diferença pode não fazer tanta diferença assim... excepto claro, se falamos de titulos multicanal de alta-definição onde o grau de exigência já de si justifica tudo sem o mínimo sacrifício de tecnologia, tamanho e afins, mas não é neste contexto que tenho o prazer de lhe escrever.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;sup&gt;&lt;sub&gt;Note-se que o canal ".1" nos casos mencionados, que é o sub-baixo, é gerido automaticamente, sendo extraído de todos os outros, Não é um canal dedicado em &lt;i&gt;ProLogic&lt;/i&gt;, embora o possa ser com o &lt;i&gt;Windows Media Audio&lt;/i&gt;.&lt;/sub&gt;&lt;/sup&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;br /&gt;E falando de &lt;i&gt;surround &lt;/i&gt;5.1, o problema com o &lt;i&gt;Windows Media Encoder&lt;/i&gt; (e similares) é que, uma vez que todos os canais discretos são codificados, o tamanho do ficheiro é algo tipo aproximadamente 6 vezes o tamanho do que seria um ficheiro estéreo - nada bom para a largura de banda (especialmente em versões de alta-qualidade com &lt;i&gt;bitrates &lt;/i&gt;altos, e se apenas for para ouvir em estéreo). &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;Por outro lado, se se tiver um ficheiro estéreo com os 5(.1) canais codificados no mesmo com &lt;i&gt;Prologic &lt;/i&gt;II, o tamanho do ficheiro será o tamanho de um ficheiro estéreo normal, ou seja, tipo 6 vezes menos que um como o anterior se dermos o desconto aos algoritmos de compressão, e isto com todos os canais lá, soando, tal como no caso anterior, bem em estéreo e em 5.1. Bom para a largura de banda, melhor ainda para arriscar compressões de altíssima qualidade com bitrates do arco-da-velha, e que podem ser desfrutadas calmamente num &lt;i&gt;iPod &lt;/i&gt;em estéreo, ou, em casa, no sistema de &lt;i&gt;Home-Cinema&lt;/i&gt; orgulho da famelga, em todo o glorioso &lt;i&gt;surround &lt;/i&gt;5.1, e tudo isto a partir de apenas um simples comum ficheiro com dois canais, vulgo, estéreo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto claro, significa também que um ficheiro prológico, tendo os canais extras codificados no próprio ficheiro áudio estéreo normal, pode ser gravado directamente para um CD... áudio... comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;b&gt;O meu voto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;Como se deve já perceber por agora, o meu voto fica-se pelo estéreo convencional codificado com informação &lt;i&gt;ProLogic&lt;/i&gt;, e esta será provavelmente a minha orientação futura, isto se não me limitar ao estéreo por si só e apenas - que seria a opção zero, o voto original, mas gosto de adicionar valor, e o multicanal consegue esse valor acrescentado que vale bem a pena.&lt;sup&gt;&lt;sub&gt;&lt;br /&gt;&lt;/sub&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;sup&gt;&lt;sub&gt;Por outro lado, defendo voigorosamente que áudio multicanal de alta-definição (24 bits, 96 khz) deva ser 5.1 de raíz, com canais discretos e independentes, sem sacrifícios de qualidade e, de preferência, sem qualquer tipo de compressão.Mas que venda em paralelo uma versão "standard" tipo a estéreo de que tenho estado a falar, deixando este material de alta gama, que até aceitaria pela Web para poupar banda com uns 25% de taxa de compressão (Q75 no &lt;i&gt;WMA&lt;/i&gt;, semelhante à qualidade &lt;i&gt;MiniDisc&lt;/i&gt;), para os tais momentos raros em que se pode desfrutar do sofá sem incomodar os vizinhos.&lt;/sub&gt;&lt;/sup&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;O futuro&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;Acredito que o futuro venha a provar infrutíferas tantas horas de transpiração que se perdem a tentam fazer uma boa mistura 5.1 (muitas soam mesmo mal, de música, em termos áudio, quero eu dizer). Isto porque o processamento digital de sinal (&lt;i&gt;DSP&lt;/i&gt;) terá à disposição tais inimagináveis resmas de poder de processamento em tempo real que pegará em qualquer sinal áudio e fará com este tudo o que for possível, impossível e imaginário.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;Por isso, a partir de uma fonte monofónica em muito mau estado, poderá obter-se um estrondoso e estonteante som surround 12:2, artificial é certo, mas soando tão realista quando o ambiente real que simula, e permitindo-nos circular, viajar por ele em tempo real, de vários ângulos, recalculando toda a acústica, um pouco à imagem de como já se faz com os jogos hoje em dia. Por isso a minha máxima é focar a música, a harmonia, a produção, a emoção em... estéreo, com a opção de valor acrescentado do espalhar automático e transparente para um igualmente bem produzido surround 5.1 (aliás, seria no sentido inverso, mas que interessa) por motivos de marketing e de imenso prazer pessoal (senão monofónico chegava, por estes pontos de vista).&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;br /&gt;Abraços,&lt;br /&gt;AMR&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;© Álvaro M. Rocha - Todos os direitos reservados&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;table&gt;&lt;br /&gt;&lt;tbody&gt;&lt;br /&gt;&lt;tr&gt;&lt;br /&gt;&lt;td align="right"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/tr&gt;&lt;br /&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;br /&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&amp;copy; &lt;a href="http://www.alvaromrocha.com" target="_new"&gt;&amp;Aacute;lvaro M. Rocha&lt;/a&gt; - Todos os direitos reservados.</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.alvaromrocha.com/blogger-pt/2007/03/audio-51-vende.html' title='[Audio] Surround 5.1, vende?'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25015470&amp;postID=3402935228212663418&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.alvaromrocha.com/blogger-pt/atom.xml' title='Enviar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25015470/posts/default/3402935228212663418'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25015470/posts/default/3402935228212663418'/><author><name>AMR</name></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25015470.post-1801312781171074335</id><published>2007-03-08T16:05:00.000Z</published><updated>2007-03-08T16:07:33.074Z</updated><title type='text'>O erro crasso do "Esquadrão G"</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;table&gt;&lt;br /&gt;&lt;tbody&gt;&lt;br /&gt;&lt;tr&gt;&lt;br /&gt;&lt;td align="right"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/tr&gt;&lt;br /&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;br /&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;Um sucesso estrondoso nos States, um grande flop na Tugolândia...&lt;br&gt;&lt;br /&gt;O Esquadrão G é(ra) um programa com potencial, verdade seja dita, os portugueses não só são homofóbicos como precisam de alguma educação no que diz respeito a charme, maneiras, diplomacia e civismo.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;br /&gt;Ora isto gera logo à partida &lt;b&gt;duas resistências&lt;/b&gt; (não são frases minhas, vou generalizar nos dois seguinte pontos):&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;i&gt;1 - Não são cinco "mariconços" que vêm para cá dizer a mim que sou macho o que são maneiras&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;i&gt;2 - Se isto são maneiras dos "gays" então prefiro fazer exactamento o contrário para não ser confundido com esta escória&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;b&gt;O erro... crass.. er... caro&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;br /&gt;A acrescentar a isto, e a meu ver, o erro híper-crasso do antigo director de programação da SIC, querer fazer deste excelente formato um programa "orientado para a família, pais e filhos a ver um programa educativo que promovesse os valores familiares" e, então meus &lt;em&gt;amigozes&lt;/em&gt;, estando então o programa &lt;b&gt;condenado&lt;/b&gt; logo à partida por esta pobre e saloia falta de visão.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;Acredito que Francisco Penin aguente a penosa saga inicial dos 13 primeiros episódios apenas por respeito à Valentim de Carvalho, produtora do excelente programa, e onde este deu os primeiros passos que agora o levaram à direcção de programas da SIC, onde decepou sem piedade a "Sra. Dona Lady", e faz pairar a foice suspensa por um fio sobre muitos outros programas.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;i&gt;Mas divago...&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;b&gt;Para ser um sucesso?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;Quanto ao "Esquadrão G", para ser levado a sério, para já nunca, jamais e em tempo algum poderia ser um programa "para a família"! Erro, errado, foi-se, ou melhor, foice.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;O Esquadrão G deveria desde logo apontar para solteirões no engate, homens a hesitar enforcarem-se - Homens com H, orientar-se para machos latinos e obstinados habituados a usar mulheres como objectos e a disfarçar que pretendem continuar a fazê-lo!&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;b&gt;A solução&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;A polémica vende, a missa não, programas para a família têm que ser para cada indivíduo da mesma, porque família como indivíduo é coisa que já não existe como antigamente...&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;br /&gt;Deveria, na minha opinião, ser um programa a incentivar e ensinar mulherengos! Para tipos que passarem a olhar para estes "cinco maravilha" à séria e a ponderar melhores tácticas de como engatar gajas, como as fazer cair na cama ao ver a decoração, como lhes saltar para as cuecas confeccionando um prato exótico e como ser promovido imediatamente na empresa pela forma de vestir, usar o cabelo e barba e respectivos odores dos cremes exóticos e perfumes caros.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;Só assim teriam as mulheres a ver por curiosidade para se vacinarem, ou para insultar os gajos, os homens a verem para sabem como as ter no papo ou vangloriarem-se de fazer melhor, os putos a verem para se fazerem às chavalas lá na escola, os gays com o seu "orgulho" de tudo saberem para impressionar tudo e todos sem complexos, e toda a família a discutir e ver em vez de bocejar e mudar para o Marcelo (meu favorito) ou a "Primeira Companhia"...&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;br /&gt;Grande erro saloio de "tonhó" armado em moderno mas fora de prazo. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;Alguém  se recusou a modernizar, e isto pode ter custado um grande programa,  já a denotar a  menos-"orçamentação" na qualidade de montagem, imagem, audio de background e nas próprias decorações e adereços de moda...&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;Pena... numa sociedade de preconceituosos isto só lhes aparentemente dá mais razão, aos preconceitos... pena.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;Abraços,&lt;br /&gt;AMR&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;sup&gt;&lt;sub&gt;(Heterossexual não homofóbico)&lt;/sub&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;table&gt;&lt;br /&gt;&lt;tbody&gt;&lt;br /&gt;&lt;tr&gt;&lt;br /&gt;&lt;td align="right"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/tr&gt;&lt;br /&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;br /&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&amp;copy; &lt;a href="http://www.alvaromrocha.com" target="_new"&gt;&amp;Aacute;lvaro M. Rocha&lt;/a&gt; - Todos os direitos reservados.</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.alvaromrocha.com/blogger-pt/2007/03/o-erro-crasso-do-esquadro-g.html' title='O erro crasso do &quot;Esquadrão G&quot;'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25015470&amp;postID=1801312781171074335&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.alvaromrocha.com/blogger-pt/atom.xml' title='Enviar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25015470/posts/default/1801312781171074335'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25015470/posts/default/1801312781171074335'/><author><name>AMR</name></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25015470.post-2843062969518199189</id><published>2007-03-08T16:03:00.000Z</published><updated>2007-03-08T16:53:49.121Z</updated><title type='text'>Herman José - desSICado</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;table&gt;&lt;br /&gt;&lt;tbody&gt;&lt;br /&gt;&lt;tr&gt;&lt;br /&gt;&lt;td align="right"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/tr&gt;&lt;br /&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;br /&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;Herman José, um dos mais influentes artistas da minha e outras gerações - Dissertação merecida por um dos mais influentes artistas da geração X, Y e Z...&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;É o próprio a admitir estar pronto para arrumar as malas e ir curtir de vez para o Mónaco, refastelando-se em maravilhosas refeições minimalistas no Hotel Paris para depois ir fazendo rodagens ao "iate actual", vulgo "barquito" diria o próprio, até à Sardenha...&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;Francisco Penim, esse jovem visionário - que tem muito ainda a cavalgar na direcção do princípio de Peter -  percebeu que o Herman é o que eu acho que o Herman é. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;Apesar de separados uma geração (eu e o Penim), ambos parecemos partilhar da opinião do que fez "Herman" o "Herman".&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;Por muito que o Herman José grame cantar, ou esboçar um "jazzy" nostálgico nas teclas, ou ainda, reformar-se na requintada cadeira de anfitrião de convidados famosos - enquanto intervala com umas piadas forçadas - er...&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;...é nisto a seguir que a malta cai para o lado quase ao ponto de síncope cardíaca com o talento irrefutável e brutal de Herman José para fazer rir:&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;- José Estebes, carago&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;- Zé Xunga (num xepelicam, num xepelicam, e ós pois proíbem...)&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;- O Peleluzidente da Junta (eu é que sou... eu.. eu é que sou o..)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;- Diácono Remédios (num habia - hum - nexexidadeze - hum, mm.)&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;- O Nelo (resmas de gaijas, não confundir com o Nelito)&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;Mas associados a estes 4 grandes, perdidos noutros personagens igualmente hilariantes, mas menos, existe uma característica inerente a Herman apenas:&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;- Mímica&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;O homem faz rir apenas com expressões, adaptando os maneirismos a uma linguagem que associa aos seus personagens mais caricatos. Um génio irrefutável das expressões faciais e gestos corporais, consegue, sem esforço algum, e completamente calado, fazer cair de rir qualquer pessoa normal. (A chamada comédia de situação, certo?)&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;É natural que Herman, tendo feito a caminhada que fez (a má, em direcção ao fosso, não a boa em direcção à imortalidade), orientado para um nível de entertenimento cada vez mais elitista (pena) do ponto de vista cultural (para ricos de Cascais que nem esses apanham algumas excelentes e inteligentes piadas), e Herman se tenha perdido na sua própria evolução, deixadando para trás o "Herman" nosso, da "terrinha", que cresceu por cá, foi estudar fora, e depois corrumpido perdeu-se no homem importante que hoje é... passou de revolução a evolução, num sentido que não agrada a todos.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;E aqui é chegada a parte do "futuro". &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;O Herman cresceu, o homem muito na frente do mercado, passou-lhe agora - à frente - do mercado, leia-se, desadequou-se (esta palavra existe?), aos nossos olhos, andou para trás de repente... mas um "para trás" onde nunca sequer esteve! Não porque o mercado tenha "crescido", mas precisamente porque os "tugas" continuam tão ou mais saloios quanto o sempre foram, em maior quantidade, para o melhor e para o pior, logo o mercado cresceu mas continua o mesmo... não evoluiu.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;Um talk-show americano tem espaço para ocorrer todos os dias, mas mesmo nesse imenso mercado, não tem espaço para mais que 30 minutos. Portugal até tem espaço para sátiras semanais, mas não superiores aos tais 30 minutos de "atention span", mesmo com sketches cómicos pelo meio, o foco perde-se e o formato parece andar um bocado à deriva... é o Herman cómico? Ou é um programa sério com o Herman a apresentar? Ou as duas coisas?&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;O que teria que mudar no Herman Sic?&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;Nada, a manter-se o formato, talvez o horário, e a duração. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;O que teria que mudar, caso o Herman continue interessado em rentabilizar o seu enorme talento, seria "não mudar" a essência de o que fez Herman o Herman. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;br /&gt;Mas eis que surge a dicotomia entre o que a malta quer ver o Herman fazer, e entre o que o Herman quer mostrar ser capaz de fazer... ponha-se um Diácono Remédios em forma durante uma hora a mandar bitaiques e vejam-se como este homem que está tudo menos acabado a obliterar todas as audiências com recordes de fazer cair o queixo.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;Talvez seja este o "Herman" que Penim sabe que tem. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;Cuidem-se os novos valores, pois este "conservatório ambulante" tem algo que muitos só podem aspirar... algo que nasceu com ele, único, e que seria uma pena desperdiçar, o homem que "alimenta" 50 famílias no seu espaço em Alcântara (Café Café/Bastidores) perdeu-se no seu mito, ou melhor, perdemo-nos nós, porque nunca foi mito, ainda é Herman José à procura de só ele sabe o quê, mas quase perdemos o dito homem na sua busca...&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;O Herman detesta envelhecer, mas não é envelhecer que é o problema, é querer permanecer "jovem"... como disse Picasso: leva muitos anos a ser-se jovem... os jovens estão sempre com pressa de envelhecer, os mais velhos com vontade de ser jovens, e eis algo falta no meio... falta juventude, no sentido de substância, de entusiasmo, de propósito. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;Não é uma questão de idade, nem de apresentar programas como o "Jô", Conan O'Brien's ou o Jay Leno's, mas sim o que fica disto em cada um dos contextos. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;Portugal/Herman é um contexto diferente de tudo, com a mania de importar! - e neste mercado de preguiça, precisa encontrar-se o que Herman procura, mas sem perder o que nós já encontramos há muito muito tempo... o Herman.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;Um iate, um carro, uma playstation, cada um delira com o que cada um delira, o sentimento pode ser o mesmo em indivíduos diferentes em contextos diferentes... entenda-se o que o motiva, ao Herman, e que este entenda o que motiva o seu público.. num xepelicam, num xepelicam, e ós pois proíbem...&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left" class="def_msg_text"&gt;&lt;i&gt;Abraços,&lt;br /&gt;AMR&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;© Álvaro M. Rocha - Todos os direitos reservados.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;table&gt;&lt;br /&gt;&lt;tbody&gt;&lt;br /&gt;&lt;tr&gt;&lt;br /&gt;&lt;td align="right"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/tr&gt;&lt;br /&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;br /&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&amp;copy; &lt;a href="http://www.alvaromrocha.com" target="_new"&gt;&amp;Aacute;lvaro M. Rocha&lt;/a&gt; - Todos os direitos reservados.</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.alvaromrocha.com/blogger-pt/2007/03/herman-jos-um-dos-mais-influentes.html' title='Herman José - desSICado'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25015470&amp;postID=2843062969518199189&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.alvaromrocha.com/blogger-pt/atom.xml' title='Enviar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25015470/posts/default/2843062969518199189'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25015470/posts/default/2843062969518199189'/><author><name>AMR</name></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25015470.post-115680789591671917</id><published>2006-08-28T22:51:00.000+01:00</published><updated>2007-11-06T10:00:20.871Z</updated><title type='text'>Portugal - Street Racers</title><content type='html'>Este post foi movido para &lt;a href="http://www.alvaromrocha.com/pt/2007/11/street-racers-ah-ah-ah.html"&gt;http://www.alvaromrocha.com/pt/2007/11/street-racers-ah-ah-ah.html&lt;/a&gt;.</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.alvaromrocha.com/blogger-pt/2006/08/portugal-street-racers.html' title='Portugal - Street Racers'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25015470&amp;postID=115680789591671917&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.alvaromrocha.com/blogger-pt/atom.xml' title='Enviar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25015470/posts/default/115680789591671917'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25015470/posts/default/115680789591671917'/><author><name>AMR</name></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25015470.post-114514193786281507</id><published>2006-04-15T23:35:00.000+01:00</published><updated>2006-11-14T16:59:19.173Z</updated><title type='text'>Kanguru, que Optimus aos saltos</title><content type='html'>Cum caneco que já não suporto esta ligação móvel &lt;span style="font-style: italic;"&gt;xpto&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Deviam mudar o nome de Kanguru para KeresNetToma &lt;span style="font-style: italic; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;*sarcasmo*&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já entendo o porquê do anúncio publicitário com toda a malta aos saltos - um sublime subliminar, passo o quase-pleonasmo - que descreve perfeitamente como esta coisa funciona: Aos saltos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há três coisas que tenho mesmo que fazer constantemente... respirar, comer e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;re-&lt;/span&gt;ligar o Kanguru.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já não chega este cartão 3G ter um software tão eloquente como uma pedra. Quando perde conectividade, fica todo alegre e contente, "ligado" a ostentar "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;ligado 3G&lt;/span&gt;" orgulhoso - qual Eng. Sócrates que acha que tudo vai bem, vá-se lá entender porquê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, não fosse ter assinado um contracto de fidelização de 12 meses, inspirado num raro momento de inteligência tipo George W. Bush, e de ter também alguma esperança que a geração 3.5 G do Kanguru mantenha o tráfego a 10 Gb e ilimitado à noite, já há muito teria dado ao meu conceituado advogado matéria para que ele se entretesse uns minutos. Isto para chatear de ricochete este operador que até gramo (o meu télélé também é Optimus, e sinto-me satisfeito, à parte das contas, mas isso é outra história).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo, se conseguir publicar este artigo sem o dito ir abaixo &lt;span style="font-style: italic; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;(consegui) &lt;/span&gt;- kanguru &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;online&lt;/span&gt; - fica a recomendação: para quem achar que o Kanguru se aguenta como uma ADSL 100% do tempo em cima... &lt;span style="font-style: italic;"&gt;er&lt;/span&gt;, tal &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;não&lt;/span&gt; acontece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cai, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;cai&lt;/span&gt;, e bastante. E &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;não&lt;/span&gt; se &lt;span style="font-style: italic;"&gt;re-&lt;/span&gt;liga - e diz que está ligado! É preciso tirar o dito (placa PCMCIA) depois de fechar a aplicação e esperar penosamente que liberte o hardware, e depois voltar a introduzir (no PC) e esperar penosamente que arranque... e sem conotações freudianas, com tanto mete e tira, o meu laptop já se sente.. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;er&lt;/span&gt;.. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;fff&lt;/span&gt;...&lt;span style="font-style: italic;"&gt;f&lt;/span&gt;rancamente copulado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, e que tal voltar à ADSL?&lt;br /&gt;Isto porque mandei a do Sapo dar uma grande grande curva após óptimo serviço - azar dos azares, na altura em que a chuva molhou a seca em grande, falharam um raro mês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas tal resultou nos meses posteriores a uma cobrança de um serviço não usado (ainda em baixo) revelando a "excelente" comunicação interna lá para os lados da PT... &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Duh? Anybody home?&lt;/span&gt; Para agravar, ainda me cobram até hoje a linha telefónica - isto &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;sem&lt;/span&gt; telefone e &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;sem&lt;/span&gt; linha. Rico negócio, contado ninguém acredita, ou vai daí... adiante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tendo dito isto, tenho também a TV-Cabo, que curiosamente também mandei às urtigas - mas o serviço sempre foi decente - isto porque, após uns &lt;span style="font-style: italic;"&gt;equívocos&lt;/span&gt; (leia-se técnicas agressivas de venda) tentou cobrar uns serviços de que não usufrui, perdão, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;continua&lt;/span&gt; a tentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo, tudo isto parece mais um problema cultural que propriamente um problema de alguma dita empresa. Rico país tão pobre!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer modo, e prolongando o devaneio muito para fora do contexto, as minhas acções da PT definam nesta dúvida, desta constatação de um claríssimo desrespeito e desleixo em relação ao consumidor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da Optimus não digo o mesmo, até porque, dada a profissão, sei a instabilidade inerente à transmissão de dados IP UMTS/GPRS... e a Sonae é de momento muito apetitosa - &lt;span style="font-style: italic;"&gt;hmm, yammi&lt;/span&gt;! Imagino que, voltando ao contexto, seja igual com os outros (acesso à Net via 2G/3G), mas especulo. E a especular se vai ao longe...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;© &lt;a href="http://www.alvaromrocha.com"&gt;Alvaro M. Rocha&lt;/a&gt; - Todos os direitos reservados.</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.alvaromrocha.com/blogger-pt/2006/04/kanguru-que-optimus-aos-saltos.html' title='Kanguru, que Optimus aos saltos'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25015470&amp;postID=114514193786281507&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.alvaromrocha.com/blogger-pt/atom.xml' title='Enviar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25015470/posts/default/114514193786281507'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25015470/posts/default/114514193786281507'/><author><name>AMR</name></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25015470.post-114462130033238974</id><published>2006-04-09T22:22:00.000+01:00</published><updated>2006-04-13T15:44:41.250+01:00</updated><title type='text'>Vá para dentro, lá fora</title><content type='html'>Portugal é um sítio lindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acreditem. Já viajei por quase todo o mundo (permitam o exagero, não conheço o meu actual quarteirão, quanto mais o mundo). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É com grande convicção que afirmo que Portugal é dos mais lindos e pacatos países que conheço onde a população, à parte dos seus talentos, sabe verdadeiramente viver e ensinar aos outros a arte para a qual cá estamos: gozar a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À parte do charme que acredito que todos os portugueses têm latente - que faz de cada um de nós um artista inato com uma sensibilidade científica notável - esta característica quase infantil, no bom sentido, leva também a que o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;dolce faire nienti&lt;/span&gt; seja algo mais desorganizado e laxista que o que seria desejável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde pretendo chegar?&lt;br /&gt;Literalmente, a lado nenhum, permitam-me que explique porquê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este fim-de semana tive a infeliz ideia de ir "passartar" sem destino, infeliz não pela ideia nem pelo passeio, mas por mais uma vez me tentar enganar e me fazer à estrada com a convicção de que todos os outros são - como eu (?) - civilizados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma vez (e não será a última) cometi o erro de esquecer o que acontece quando um ser civilizado como eu encontra outro que se permite cometer uma "acção menos civilizada". Faz o mesmo ou pior. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há muito que a minha paciência não me permite embarcar - sempre - em demandas competitivas irracionais, mas ainda há algumas quase conseguem irritar. É melhor explicar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É natural enfiar-me a "penantes", ou de carro, numa demanda de fazer centenas de quilómetros só por fazer, passear ao ritmo das circunstâncias e vontade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem me conhece teme quando digo que "vou dar uma volta". Este fim-de-semana foi ligeiramente diferente. Permiti-me convidar pessoas próximas para empreenderem na arriscada jornada de apreciarem &lt;span style="font-style: italic;"&gt;in loco&lt;/span&gt; a minha ousada condução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então partimos de lisboa... à deriva. Mas só o suficiente para um fim de tarde (empreendemos a jornada já bem depois de almoço). Então, como havia o Porto-Sporting em Alvalade (que o Porto venceu por 1-0), decidi evitar a Segunda Circular e apontar para a Praia do Guincho, pela marginal (para quem não conhece, recomendo, a vista é desafogada e a viagem normalmente agradável).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ok, vamos tomar um copo ao Guincho", pensei eu. Fiz-me à estrada, permitindo à malta apreciar a vista, pois - infelizmente - não podia acelerar muito, dado a imensidão de condutores de fim-de-semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acrescento que ver por lá uns novos micro-postes amarelos a dividir as faixas, obriga a algum esforço visual - não é intuitivo (estão muito baixos), e é cansativo manter o veículo na faixa correspondente sem quase bater nos ditos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes que me chamem nomes, sou um condutor consciente. Mais que o dito "normal". Muito consciente das leis da física. Muito experiente na arte competitiva de conduzir mas também na arte de interpretar o facto "saloio" do próximo alguns intantes antes de este se tornar nocivo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal como todos os "tótós" que acham que isto chega - quase caio no mesmo erro. No entanto, penso que assumo o compromisso ideial, adaptando o estilo de condução ao meio circundante (inclui muitas variáveis) e ao que sentir, na altura, ser a "média" de experiência dos restantes utentes da estrada na altura (vou por instinto). Mas divago... adiante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de uma longa - mesmo longa - viagem para chegar a Cascais (!), qual não é a surpresa quando constanto que já não consigo levar as quatro rodas pela marginal da praia, sendo conduzido por infindáveis desvios, dentro de Cascais, não sei para onde. Rica recompensa pelo cansaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora isto iniciou o esgotar da paciência e obrigou a alterar ligeiramente os planos (algo me diz que tal decisão de cortar o trânsito não pode ter sido muito boa para o comércio local, acho que os carros não incomodavam).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fadiga era já muita - surpreendentemente - (teríamos chegado mais depressa de bicicleta) e então decidi parar para uma pausa um pouco mais à frente, na Boca do Inferno. Uma paragem coerente com a situação, pois apesar do ar condicionado, a marcha lenta aqueceu os ânimos a lume brando a um ponto infernal. É preciso paciência de santo... e imagino para quem planear tal viagem propositadamente, não partilhando da nossa atitude de simplesmente ir à "aventura" e logo se ver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E começa verdadeiramente a saga (típica). &lt;br /&gt;Chegado à "Boca do Inferno" lá tive que entrar... ouvir a "Boca" berrar de sua justiça (bem, não ouvi nada, é uma figura estilo para tornar o texto atraente, o mar até estava calminho), e lá tive que sair (o meu tipo de "tour", rápido e eficiente, embora faltasse ver o tema principal... ops!).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E atenção que não falo de uns míseros poucos metros! Depois de entrar na Avenida, a malta ou estaciona, ou anda umas boas centenas de metros e depois é forçada a voltar aos arredores subúrbios de Cascais para tentar voltar novamente à dita Boca do Inferno, ou não... Não sou teimoso, mas sou convicto das minhas ideias, e lá insis... er... persisti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão: nem um metro para estacionar. &lt;br /&gt;Recorri à minha favorita táctica inteligente com muitos anos de estudo: improvisar! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Distorcendo um pouco o conceito de "código de estrada", lá fiz uns dois metros (metade do comprimento do carro) em contra-mão-discutível para conseguir um tímido espaço quase em cima do passeio. E leia-se: não havia nem fumo de mais sítio para "parquear" o bólide.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá saímos da viatura. Uff! Primeiro período de descanso e apreciação ao vivo do ambiente. Toca a esticar as pernas e dar aos calcantes. Aproveitei para improvisar umas fotos rápidas à Zé Povinho com patch de upgrade (com uma point &amp; shot, nada de devaneios com aberturas, velocidades de obturação, distâncias focais, histogramas e equilíbrios de brancos, pena), e depois de espairecer, toca então a apontar para o Guincho, já regenerados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora sim, íamos finalmente começar a diversão (lembrete: levar a SLR para a próxima).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E então lá nos fizemos novamente à estrada, na qual íamos apreciando a Quinta da Marinha, enquanto eu lá ia seleccionando um ou outro palacete para ponderar um (ou outro) investimento e fazendo as piadas típicas, para desanuviar (todas menos a "estou cheio de guito" e preciso aliviar a carga  que é uma boa piada). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Normalmente não falo muito a conduzir, mas ao ritmo que a viagem seguia, podia ir à mala buscar coisas em "andamento" sem arriscar nenhum inconveniente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eis-nos chegados ao Guincho... carros nos lados, carros no meio, carros na areia... carros onde ninguém com juízo pensaria em colocar os carros, carros no ar (bem, se houvesse não estranharia) e resultado?...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arre...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...'Bora para Sintra, "aqui - no Guincho - está ainda pior que na Boca do Inferno (havia um lugar a menos, o necessário) e a malta lá bebe um copo no centro típico da Serra", até porque nem é muito longe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E lá continuamos, pelas divertidas - digo eu - lindas estradinhas tímidas secundárias, apontando ao Castelo dos Mouros. Foram umas boas dezenas de quilómetros por uma estrada de dois sentidos só com uma faixa que, associado ao meu estilo peculiar de condução, foi uma experiência (rápida e) inesquecível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a adrenalina a correr pouco há de melhor que ver Sintra revelar-se, e com isto, o dito copo cada vez aparentar ser mais real... a sede já era muita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eis-nos em Sintra, embora estacionar...&lt;br /&gt;...onde?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No meu bolso é que não era, se bem que com o guito que evaporou em gasolina, espaço lá não devia faltar. Uma voltinha para procurar sítio, duas, três e toca outra vez, embora ao parque... qual parque? Que filas são estas? Inverte marcha e pisga-te Maria... não há sítio, não há copos, não há pachorra. Vira Manel, timba Tono, 'bora que se faz tarde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Azar... caíram-me os armazéns de esperma! Arre que não há pachorra.&lt;br /&gt;Não posso (mas quero) estacionar no meio da estrada... (apesar de outros o terem feito), siga, siga, siga...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sintra livra-se assim do meu considerável investimento na alimentação, após o Guincho  assumir ao mesmo luxo, e rumo a Lisboa, convencido que mais valia nem ter saído. Mal por mal, sofria-se (?) mais perto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desânimo até era compensado com a constatação &lt;span style="font-style: italic;"&gt;in sito&lt;/span&gt; de que é impossível passear nesta zona (diz-me a experiência que qualquer zona), é mais tipo "chatear"(-me) na zona... 'Bora "chatear"(-mo-nos) até Sintra? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas enfim... siga para Bingo, &lt;span style="font-style:italic;"&gt;adios&lt;/span&gt; Sintra e a malta depois (?) bebe (?!) em Lisboa, brindando a estas mágoas. O estímulo era cada vez maior. A inteligência e contenção emocional de um daytrader, perdoem a imodéstia, conteve o ímpeto de &lt;i&gt;going balistic&lt;/i&gt; permitindo continuar uma boa, se bem que invulgar, experiência de condução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cereja no topo do bolo: trânsito no IC19 completamente parado, bloqueado, desviado pelo centro de Cacém. Aleluia, eu estava &lt;span style="font-style:italic;"&gt;finalmente&lt;/span&gt; estacionado (hurra!)! A 2 km de Rio de Mouro e no meio de uma auto-estrada! Quem diria... afinal até é possível estacionar em Lisboa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pachorra já não existia...  Mas que inteligência rara pára o trânsito a um sábado numa tarde de um derby clássico decisivo para o campeonato? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toca a sair em Rio de Mouro, pacientemente vendo "espertos" a fazerem os quilómetros pela berma e abstendo-me de fazer ainda mais por ficar sem carta. E em Rio de Mouro, toca a romar a... Sintra! Carcavelos, mais concretamente, mas era andar para trás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com tanto esforço para beber um copo, se me permitem o tom jocoso, não é preciso muito para implementar o slogan "se conduzir não beba", pois ficou claro que, quem conduzir, não vai beber de certeza, por muito que queira!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, sempre era coerente com a sensação que já tínhamos de ver a vidinha andar em sentido contrário, e por entre toneladas de trânsito, lá conseguimos chegar a Lisboa, numa viagem de quatro horas, que faria em 20 minutos na minha terra Natal - com o meu estilo ousado, e carro a condizer, mas fazendo de tal uma experiência revigorante e tendo tempo, muito tempo, para apreciar a tal bebida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Lisboa! Hurra, e até que enfim. Já não era sem tempo. &lt;br /&gt;Lá fomos - finalmente - ao copo, nas Docas, onde, se fosse esperto, teria passado as ditas quatro horas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cansaço era tal que ficamos logo pelo primeiro bar, se bem que cinco euros por uma tosta mista chocou alguns dos presentes, mas já me habituei a ser explorado neste cidade onde pago ouro para me entreter e ali, convenhamos, até me entretenho (também).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pesa na consciência a despesa em combustível, isto apesar de ter fundos associados ao petróleo me confortam quando abuso do pedal - ou abusam da minha paciência (engarrafamentos). Já é um roubo cada vez que passo numa gasolineira (sem caçadeira, a malta usa pistolas de combustível e mangueiras para extorquir a massaroca à malta).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fica a experiência de termos tido uma &lt;span style="font-style: italic;"&gt;tour&lt;/span&gt; de carro que poucos fazem em tão pouco tempo, e com tanta intensidade, e escusado será dizer que nas "Docas", à excepção aqui do "Je", estava tudo de rastos a implorar por uma cama...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Vá para fora cá dentro", dizem os slogans... pois! *sarcasmo* Depois de andar cá dentro, e embaraçar-me ao comprido perante a muito estimada companhia, só quero ir para fora... Finalmente percebo o dito &lt;span style="font-style: italic;"&gt;slogan&lt;/span&gt;, é na realidade, um inteligente estímulo ao turismo no estrangeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;copy; &lt;a href="http://www.alvaromrocha.com"&gt;Alvaro M. Rocha&lt;/a&gt; - Todos os direitos reservados.</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.alvaromrocha.com/blogger-pt/2006/04/v-para-dentro-l-fora.html' title='Vá para dentro, lá fora'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25015470&amp;postID=114462130033238974&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.alvaromrocha.com/blogger-pt/atom.xml' title='Enviar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25015470/posts/default/114462130033238974'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25015470/posts/default/114462130033238974'/><author><name>AMR</name></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25015470.post-114382128825371140</id><published>2006-03-31T16:52:00.000+01:00</published><updated>2006-04-19T21:09:36.456+01:00</updated><title type='text'>Teixeira dos Santos - Inerte Força</title><content type='html'>Confesso-me muito céptico quanto à personalidade do actual ministro das Finanças, mas não tanto quanto à sua prestação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar do tremendo esforço que tem vindo a colocar sobre os cidadãos, e de espremer ainda mais além esse esforço, consegue pelo menos, e dado o seu grande à vontade com as novas tecnologias, criar (semear) um workflow automático que permita compensar a resistência inicial à mudança que o seu engenhoso plano obriga - leia-se "simplificar" para conseguir chegar ao "complicado".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais que eu, decerto o é o Ministro das Finanças grande fã da automação desde que a informação exista. Eu defendo a total ausência de privacidade se se tratarem de actos públicos (ressalvando a informação mais sensível), pouco me interessa se sabem quanto devo, quanto gasto ao almoço, ou quanto ganhei o ano passado. Sabem os gerentes dos sítios que frequento, sabe o meu círculo de amigos, e por mim, pode saber toda a gente, e já agora, paguem uns almocinhos que não me importo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certo é que por mim o tal "cartão único" poderia funcionar como "chave" a inserir em qualquer aparelhómetro na altura de pagar, não sendo preciso facturas e tendo o Estado poder de computação suficiente para mastigar a informação toda e ao fim do ano dizer quanto temos que pagar (ou melhor, de receber). Quem diz na altura de pagar, diz em tudo o resto, sejam consultas de saúde, votar, assinar escrituras, depositar, levantar, o que for... não tenho nada a esconder nem grandes problemas em que a informação seja divulgada, dentro dos limites do bom senso porque obviamente, há sempre artistas prontos a preverter o conforto do conceito em algo que verdadeiramente nos incomode.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que aí, e com Teixeira dos Santos, é possível chegar ao tal ponto "Big Brother" mas no bom sentido, no sentido do conforto, e não no sentido policial &lt;span style="font-style: italic;"&gt;à là USA&lt;/span&gt;. Nesse aspecto, o trabalho tem sido bom... no resto, tem sido absolutamente terrível, um claro estímulo à pobreza, e bem sustentado... porque a ausência de burocracias não cria valor, cria condições para criar valor - falta aproveitá-las e precisar delas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dito isto, convém trabalhar na elasticidade das reclamações fiscais e porque não, criar "gestores de conta" para cada contribuinte, até porque, verdade seja dita, ninguém percebe patavina de impostos excepto os que (acham que) podem ir buscar algum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;© &lt;a href="http://www.alvaromrocha.com"&gt;Alvaro M. Rocha&lt;/a&gt; - Todos os direitos reservados.</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.alvaromrocha.com/blogger-pt/2006/03/teixeira-dos-santos-inerte-fora.html' title='Teixeira dos Santos - Inerte Força'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25015470&amp;postID=114382128825371140&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.alvaromrocha.com/blogger-pt/atom.xml' title='Enviar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25015470/posts/default/114382128825371140'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25015470/posts/default/114382128825371140'/><author><name>AMR</name></author></entry></feed>