→ A treta da política
Muito haveria a dizer, e há, e provavelmente terei que progressivamente escrever... Se me apetecer.
Para já o genial oportunismo de Mendes a aproveitar o incrivelmente idiota "genialismo" no PSD.
Luís Filipe Menezes aproveita a monumental asneira anti-democrática do pseudo-democrático Marques Mendes, este último que se diz contra o alegado-mas-real-tirano Sócrates, para o Menezes à boleia do pequeno, literalmente e mais que isso, líder do PSD, se lhe fazer ao lugar - e de forma pouco grandiosa - Sócrates ri-se. Ah ah ah mas são verdes... verdinhos... virgens... tonhós!
Não que Filipe Menezes seja mau, nem nada que se pareça, ao contrário de Mendes, que também não é mau, mas é fraco, fraquito, medricas e demasiado "rapazola do pseudo-catolicismo-romano" mas Menezes, verdade seja dita. faz falta no Norte, o sítio da malta da barba rija, e deveria meditar antes de lá bazas no exemplo de um outrora marco PS'ista (da concorrência, mas que interessa?) da câmara do Porto que veio para Lisboa armar-se aos câgados e foi de vela... ou de "bela"... ou seja lá como for o sotaque... "Bê" de "Béla" carago!
Esquecendo que Menezes já chorou por erros que só o honraram (que me lembro, mas posso tar enganado), ipsis verbis, ou melhor, bérbis, lamentou-se por verdades dizer. Acho que embora eu próprio de choros NÂO sou, e sou do Norte carago, a bibêr na lindíssima e mal entregue "Mouraria", de lamentos também sou pouco... Mas o suficiente para topar que Menezes esperou para aparentemente ser o único, e qualquer único meterá o Mendes no saco, que é como se diz na minha terra, o último a rir quando mais ninguém o faz é o gajo que TAMBÉM não percebeu a piada mas para impressionar todos os outros, inclusivé quem a conta, finge que o fez... não é que ria melhor, é que é o único a rir, "hence", e por exclusão matemática de partes, o melhor...
A questão é que não é Mendes que é honesto e íntegro e tão falível quanto todos os outros quanto ao "resto", *ahem*, seja o problema e que sequer seja necessária força contra este - não é - nem é necessário pensar em estratégias.... a força necessária é aquela "outra", a que interessa, que só SANTANA LOPES tem, o menino terrível da borga, mas com miolos, e a única que que desafia e sempre desafiou a lógica Socrática do "Eu só Sei que nada sei a menos que todos os outros"... excepto em debates com o pragmático "nas calmas" Lopes, cheio de frequentes defeitos, mas com muitas raras qualidades.
Lamento muito que a malta, eu mais que muito incluído, esteja entregue à bicharada - que até faz muitas coisas de jeito, dou a mão à palmatória - mas lamento sim mai que tudo que a malta o faça de chofre... sem reconhecer o que de bem se fez ou o de muito mal se faz.
A culpa não é dos outros nem é nossa. A culpa não existe. O que existe é condicionar a permissão que catalize opressão de interesses incentivantes - passo o satori-achieve-if-you-are-worthy.
Inconformado no seu conformismo, sempre vosso, e como tal, do lado dos vencedores,
AMR
(O tipo que nunca se dá por vencido, nem por vencedor... feliz por SER! (um tipo))
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